
Porque o texto está muito bom, deixo aqui a ligação: E se Ricky Rubio fosse português?

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Brandons Jennings marca pela diferença: vai para a Europa em vez de seguir a habitual carreira na NCAA, escolhe uma marca de roupa e calçado – Under Armour – que quer vingar e que não representa nenhum atleta de destaque, por vezes fala em demasia, e joga disto como poucos!
Até ao momento, o rookie dos Bucks tem espalhado qualidade por onde passa: em 7 jogos tem as médias de 25,6 pontos e 5,1 assistências por jogo. Nada mau! E as suas duas últimas partidas foram qualquer coisa de especial:
Até que ponto se poderá avaliar a influência da experiência europeia em Brandon Jennings? Essa vivência está a ter algum peso na qualidade de jogo do base norte-americano, ou vir para Roma foi um passo atrás e se tivesse ficado pela Universidade de Arizona estaria ainda melhor?
Qual a vossa opinião?

Fazer bem em pouco tempo parece ter sido o lema de Bouroussis, o grego do Olympiakos que actua nas posições interiores da equipa de Atenas.
No último jogo da sua equipa na Euroliga, Ioannis Bouroussis jogou apenas 12 minutos e 6 segundos na vitória do Olympiakos frente ao Efes Pilsen. No entanto, aproveitou da melhor forma o tempo que esteve em campo, demonstrando uma eficácia tremenda. Assim, o poste grego terminou o jogo com 23 pontos, 1 ressalto, 2 assistências e 2 desarmes de lançamento, somando assim um total de 32 pontos MVP.
Nos últimos tempos Bouroussis vem-se afirmando como um dos jogadores gregos em maior destaque, tanto no seu clube como na selecção, e graças a esta sua eficaz prestação foi considerado o MVP da Jornada da Euroliga.

Os últimos anos da carreira do poste grego Sofoklis Schortsanitis têm sido uma viagem de altos e baixos: tanto está perto de chegar ao Olimpo, como de seguida desce vertiginosamente quase caíndo no esquecimento.
Após a sua excelente prestação no Campeonato do Mundo disputado no Japão, o possante jogador do Olympiakos esteve afastado da sua equipa, principalmente devido aos problemas que costuma ter para controlar o peso. Este problema deixava-o com poucas condições para jogar basquetebol ao mais alto nível, e foi assim que Schortsanitis passou uma temporada na Suíça, com o objectivo de regular o seu peso e encontrar uma solução para este seu problema. Assim, o ‘Grande Sofo’ conseguiu representar a sua selecção no Verão de 2008, durante os Jogos Olímpicos, apesar de o seu contributo ter ficado longe daquilo que tinha demonstrado dois anos antes na terra do Sol nascente.
Mas depois do Eurobasket ‘09, Sofoklis Schortsanitis parece estar de regresso à sua boa forma – nos 9 jogos disputados, apenas por 3 vezes marcou menos de 11 pontos. No entanto, a sua grande prestação teve lugar no jogo final, na disputa do 3º lugar, com ‘Grande Sofo’ a marcar 23 pontos e a conquistar 6 ressaltos.

Se Sofoklis Schortsanitis conseguir não aumentar significamente o seu peso, este poderá ser um importante reforço para a Grécia nas próximas competições internacionais. Ele que é conhecido como o ‘Shaq grego’, conta apenas com 24 anos de idade e poderá formar com Ioannis Bourousis uma temível parelha no jogo interior dos helénicos durante os próximos anos.
Sem dúvida que seria um reforço de peso.

Antoine Diot é um nome a fixar.
Antes de começar o Europeu, e quando fizemos aqui uma pequena análise à selecção francesa demos algum destaque a Antoine Diot, um jovem base de 20 anos (nascido em 1989) que tem mostrado uma grande qualidade e que deverá ser uma das grandes figuras do basquetebol francês nos próximo tempos.
No Eurobasket ‘09 acabou por não ter muitos minutos de utilização, mas após o jogo frente aos espanhóis que ditou a eliminação de França, o treinador Vincent Collet decidiu dar mais tempo de jogo ao jovem base Diot, e este mostrou um pouco da sua qualidade:
- 25 minutos em campo frente à Turquia: 13 pontos (3 em 5 de triplos, 4 em 4 de lance-livre), 4 assistências, 3 roubos de bola, 1 turnover;
- 29 minutos em campo frente à Croácia: 18 pontos (4 em 7 de triplos), 2 roubos de bola, 1 turnover;
Neste Verão de 2009, Antoine Diot já tinha participado no Europeu de Sub20, tendo conduzido a sua França à medalha de prata, e tendo sido escolhido para integrar o 5 Ideal da competição. Na próxima temporada continuará a defender as cores do seu Le Mans Basket, mas estará para breve o salto para um grande da Europa, ou mesmo para a NBA. Antoine Diot, é sem dúvida um dos grandes nomes do futuro do basquetebol europeu.

Na Polónia, a França fez 9 jogos. Nesses 9 jogos contabilizou 8 vitórias e 1 derrota. Ficou em 5º lugar.
Na Polónia, a Espanha fez 9 jogos. Nesses 9 jogos contabilizou 7 vitórias e 2 derrotas. Ficou em 1º lugar.
Assim é um Eurobasket…
Os franceses estavam a fazer um Europeu de grande qualidade, mas tiveram o azar de a selecção espanhola ter sido 4ª classificada na segunda Fase de Grupo, o que possibilitou uma final antecipada logo nos Quartos-de-final. Perdendo por 20 de diferença, os gauleses ficaram afastados da luta pelas medalhas, e o melhor que poderiam conseguir seria o 5º lugar. Acabaram por chegar a essa posição, mas ficou a ideia de que os franceses podiam ter ido mais longe, no entanto, falharam no jogo decisivo.
Assim é um Eurobasket…

Pau Gasol, Espanha.
A sua participação neste Eurobasket da Polónia esteve em dúvida até começar a fase de preparação da selecção de Espanha. Mas o antigo jogador do Barcelona esteve presente, e os espanhóis respiraram de alívio. E durante o Campeonato da Europa, percebeu-se porquê – 18.6 pontos, 8.3 ressaltos e 2.2 desarmes de lançamento por jogo. Além dos números individuais, Pau Gasol foi o homem dos momentos decisivos para a equipa espanhola.
No final, a promessa de que o #4 espanhol irá estar presente no próximo Mundial da Turquia, onde a Espanha irá defender o seu título de Campeã do Mundo.

Vassilis Spanoulis, Grécia, base.

Milos Teodosic, Sérvia, base.

Rudy Fernandez, Espanha, extremo.

Erazem Lorbek, Eslovénia, extremo-poste.

Pau Gasol, Espanha, poste.

Avassaladora. Talvez esta seja a melhor forma de caracterizar a selecção espanhola desde que o Eurobasket ‘09 chegou aos Quartos-de-final – três jogos a eliminar, três vitórias acima dos 18 pontos de diferença.
Antes do Europeu começar a ser disputado na Polónia, a selecção espanhola era apontada como a grande favorita a vencer a competição – depois de ter perdido a final de 2007 na sua própria casa, os espanhóis estavam decididos a vencer, pela primeira vez, um Campeonato Europeu de Seniores Masculinos. No entanto, nem tudo foram rosas para os espanhóis, e as Fases de Grupos foram mesmo penosas, já que a Espanha não conseguia sequer aproximar-se da qualidade que lhe tinha sido apontada durante a fase de preparação, e parecia começar a afastar-se do lote de candidatos ao título: derrotas frente à Sérvia e Turquia, e vitórias apertadas sobre Grã-Bretanha e Eslovénia, punham a selecção de Scariolo numa posição delicada. Além disso, parecia começar a instalar-se algum mau-estar no seio da equipa à medida que as derrotas e as más exibições iam aparecendo.
Mesmo sem conseguir o brilhantismo que se esperava, a Espanha lá conseguiu apurar-se para os Quartos-de-final, onde teria pela frente a forte selecção de França, que até então estava invicta na prova e era outra das grandes favoritas à vitória final. Mas uma das duas equipas teria de ficar pelo caminho, e foi neste momento decisivo que a Espanha voltou a mostrar que estava na Polónia para vencer, para ser pela primeira vez Campeã da Europa, e vencendo por 86-66 avançaram para as Meias-Finais. Tendo pela frente os combativos heróis da Grécia, os espanhóis não quiseram menosprezar as ausências de Diamantidis e Papaloukas, e com uma impressionante capacidade defensiva limitaram os gregos a 64 pontos, garantindo uma larga vitória por 82-64 e avançando para a Final.

A apenas uma vitória de distância do grande objectivo deste Verão, o objectivo que fez Pau Gasol voltar para defender as cores do seu país, a Espanha tinha como adversária a Sérvia que na Meia-Final tinha derrotado a Eslovénia – a histórica selecção dos balcãs tinha defrontado e derrotado os espanhóis logo na primeira jornada do Campeonato, e o seu grupo formado por jovens de grande qualidade estava mais do que motivado pelo Campeonato de grande qualidade que vinham fazendo. Previa-se uma Final equilibrada, com os jovens sérvios a quererem mostrar que o seu país está de volta e pronto para grandes conquistas nas competições internacionais, e com os espanhóis à procura do seu primeiro Ouro europeu.
No entanto, e pelo terceiro jogo consecutivo os espanhóis conseguiram limitar e muito a pontuação da sua equipa adversária, permitindo que os sérvios marcassem apenas 63 pontos. Foi a partir da defesa que os espanhóis partiram para uma vitória que acabou por se tornar confortável: novamente com um base de grande qualidade pela frente, tal como acontecera frente à França de Tony Parker, Sergio Scariolo sabia que teria de limitar a produção de Milos Teodosic para conseguir chegar à vitória final. E uma vez mais, Ricky Rubio e Raul Lopez estiveram exemplares na defesa ao jovem base sérvio, tirando-o completamente do jogo – na véspera o jogador do Olympiakos tinha marcado 32 pontos no jogo que levou a sua equipa à Final, no entanto, os espanhóis conseguiram que Teodosic marcasse apenas 5 pontos no último jogo do Euro2009.
Quando chegou o intervalo, a Espanha já tinha uma vantagem de 23 pontos, e apesar da reacção da Sérvia no recomeço da partida, nunca a vitória espanhola esteve em causa, isto apesar dos esforços de Uros Tripkovic e de Novica Velickovic – dois jogadores que, curiosamente, irão deixar o Partizan de Belgrado para competir na ACB já nesta temporada: o primeiro no DKV Joventut e o segundo no Real Madrid.

Do outro lado estava um decisivo Pau Gasol que com 18 pontos e 11 ressaltos dava o carimbo final num torneio de grande qualidade em que foi, sem surpresa, eleito como o MVP. Pau Gasol foi o grande líder desta selecção, carregando às costas uma equipa que nem sempre esteve ao seu nível: logo no segundo jogo do Eurobasket ‘09, quando a Espanha enfrentava a eliminação no quarto período do jogo frente à Grã-Bretanha foi Pau Gasol a resolver a contenda. E na Final, voltou a ser ele o grande factor de decisão. O jogador dos Lakers é, muito provavelmente, o melhor jogador europeu da actualidade, e a sua presença nesta campanha da sua selecção foi decisiva para o sucesso e para a conquista do Ouro europeu.
No final, a Espanha conseguiu o seu objectivo: conquistar o Ouro. Curiosamente, também a Sérvia conseguiu um dos seus principais objectivos, já que conseguiu devolver ao seu país o respeito internacional, fruto das excelentes prestações do seu jovem núcleo de jogadores.


A Sérvia é a equipa com média de idades mais baixa do Eurobasket ‘09. São jovens, mas começam a ser experientes no que a grandes competições diz respeito. São jovens, mas cheios de qualidade. São os mais novos do torneio, e ontem mandaram para casa o campeão em título, a Rússia.
Quando há dois anos a Sérvia foi eliminada logo na primeira Fase do Eurobasket ‘07 que decorreu em Madrid, a imagem que ficou da equipa que em tempos dominou a Europa foram as declarações de Darko Milicic após o jogo frente à Grécia. No entanto, nessa equipa os sérvios já preparavam o futuro, incluindo 4 jovens jogadores de grande qualidade e com futuro promissor: Milenko Tepic, Novica Velickovic, Stefan Markovic e Milos Teodosic. Esses 4 jogadores repetem a convocatória dois anos passados, juntando-se aos seus colegas das novas gerações de ouro do basquetebol sérvio: 1986, 1987 e 1988.
E tem sido esta juventude que tem estado a dar cartas na Polónia, devolvendo a Sérvia às grandes prestações do passado, voltando a colocar o seu país entre os 4 melhores da Europa. Ontem, derrotaram a Rússia, campeã em título.

Com um parcial de 17-0 no segundo período os sérvios nunca mais olharam para trás, e na segunda parte conseguiram manter os russos afastados sempre por mais de 10 pontos, servindo-se, para isso, de lançamentos de longa distância que aos poucos foram matando a resistência e esperança russa.
Com 5 jogadores a marcar na casa das dezenas, o destaque nos sérvios vai para o atirador Uros Tripkovic que acabou o jogo com 18 pontos marcados e para o jovem poste de 2.17m Kosta Perovic que nos 19 minutos que esteve em campo marcou 13 pontos.
Estão de volta os poderosos sérvios.

Custou mas foi! E eis que nos jogos de eliminação directa a equipa espanhola apareceu, finalmente, a jogar de acordo com a sua qualidade. Num campeonato que não lhes estava a correr nada bem, os espanhóis demoravam em encontrar a sua forma de jogar, mas embalados por duas vitórias seguidas frente a Lituânia e Polónia, parece que encontraram o caminho certo e não deram hipóteses a uma França, até então, invicta.
Sabendo que o sucesso do jogo francês passava pelas mãos e cabeça de Tony Parker, Scariolo baseou a sua estratégia na anulação completa ao base dos San Antonio Spurs. E na verdade, o #9 francês pouco fez ao longo do jogo – 6 pontos e 3 assistências em 32 minutos – sendo exemplarmente defendido por Ricky Rubio e Raul Lopez.

Com Rudy Fernandez a marcar 3 triplos no período inicial, a Espanha conseguiu uma vantagem que jamais desperdiçou, entrando no derradeiro período com 21 pontos de vantagem. Depois, surgiu Pau Gasol com uma prestação notável – 28 pontos e 9 ressaltos, com 11/13 em lançamentos de campo – a mostrar que nos momentos decisivos tem de ser ele a aparecer e a carregar a sua equipa até à vitória final.
Vencendo por 86-66 a equipa que, até então, se apresentava como a mais forte no Eurobasket ‘09, os espanhóis deixaram bem claro que quando conseguem defender bem, poucas equipas os conseguem derrotar.
Decidem-se hoje quais os adversários de Espanha e Sérvia nas Meias-finais do Eurobasket ‘09. Os jogos que irão opor a Turquia à Grécia, e a Croácia à Eslovénia estão carregados de simbolismo e de história, e certamente que não lhes faltará nem emoção nem qualidade.

Turquia e Grécia editam um confronto histórico, entre dois países vizinhos, cuja rivalidade vem de longe. E quando a rivalidade se transporta para dentro dum pavilhão de basquetebol, atinge proporções ainda maiores – dentro e fora de campo, a intensidade com que se vive o jogo, e a energia com que os jogadores sentem este jogo aumenta ainda mais com os incentivos vindos da bancada onde os seus compatriotas saltam, cantam, gritam e ovacionam os seus heróis, a sua nação. A Grécia, que neste Europeu tem sido liderada por Spanoulis e Bourousis poderá, mesmo desfalcada das suas duas maiores estrelas, conseguir o apuramento para as meias-finais da competição – se o conseguirem será a terceira presença consecutiva dos helénicos nas Meias-finais do Eurobasket. Mas do outro lado vão estar os turcos, que neste europeu apenas perderam o seu último jogo frente à Eslovénia, e por apenas 2 pontos de diferença. Sem que Hedo Turkoglu se esteja a assumir como a grande referência ofensiva da equipa – inclusive passando despercebido em alguns jogos – tem sido Ersan Ilyasova, o antigo extremo do Barcelona, a mostrar serviço e a revelar a qualidade que mostrou ao longo do ano na ACB, e que lhe garantiu o retorno à NBA e aos Milwaukee Bucks.

Eslovénia e Croácia, dois países formados após a separação da ex-Jugoslávia, editam neste Eurobasket ‘09 mais um confronto histórico, entre dois países vizinhos, e que até há bem pouco tempo tiveram alguns desentendimentos políticos devido à definição das suas fronteiras. Mas também dentro de campo este desafio vai ser histórico, pois a equipa que vencer o confronto e avançar para as Meias-finais conseguirá esse feito pela primeira vez na sua história. Os eslovenos, mesmo sem contar com Smodis a um nível aceitável e depois de terem perdido o base Beno Udrih por lesão pouco antes do campeonato começar, estão a fazer uma prova muito interessante – perderam apenas frente à Espanha – e liderados pelo base Jaka Lakovic e pelo poste Erazem Lorbek, a selecção da Eslovénia pretende fazer história e terminar este Campeonato como uma das melhores 4 equipas da Europa. Mas pela frente terão os seus vizinhos croatas, também à procura de fazer história. Com Zoran Planinic a comandar a equipa, e com Marko Popovic a ser, uma vez mais, o principal marcador de pontos da equipa, os croatas têm feito um torneio com algumas derrotas, mas nesta fase de ‘elimina’, isso pouco interessa e no confronto directo com os seus adversários e vizinhos eslovenos, a Croácia espera que o seu trio de bases Planinic-Popovic-Ukic esteja inspirado e que os possa levar até às Meias-Finais.
Acabadas as Fases de Grupo, estão encontradas as 8 equipas que começarão a disputar as eliminatórias que determinarão o novo campeão europeu. Do Grupo E apuraram-se França, Grécia, Rússia e Croácia, enquanto que do Grupo F continuam em prova a Turquia, Eslovénia, Sérvia e Espanha.

Neste momento, e antes de começarem os jogos dos Quartos-de-final, a França é a única equipa que ainda não conheceu o sabor da derrota desde que o campeonato começou na Polónia. De qualquer forma, isso pouco contará quando os franceses tiverem pela frente a selecção de Espanha. Os espanhóis não têm demonstrado a qualidade que lhes é reconhecida, mas quando foi preciso vencer, os grandes líderes – Pau Gasol e Juan C. Navarro – da selecção de Scariolo disseram ‘presente’, e conseguiram duas vitórias sobre Lituânia e Polónia que lhes garantiu o apuramento – mas na verdade, das 3 equipas apuradas do Grupo F, a Espanha apenas derrotou a Eslovénia. Os franceses estão em grande, e os espanhóis em recuperação, e a única certeza é que no final do dia, um dos grandes favoritos à conquista da vitória final estará arrumado da competição e de regresso a casa.

O outro jogo desta 5ª feira será entre dois gigantes do basquetebol europeu: Sérvia e Rússia! A renovada selecção sérvia tem confirmado algo que já se esperava: o futuro do basquetebol está assegurado com esta geração de grande qualidade: o quarteto formado por Tripkovic (23 anos), Tepic (22 anos), Velickovic (22 anos) – todos jogadores formados no histórico Partizan de Belgrado, e que desde cedo jogam na principal equipa daquele clube – e Teodosic (22 anos) tem feito a diferença. Além disso, o poste Nenad Krstic tem assumido o seu papel de destaque na equipa Sérvia e sendo um dos dois jogadores mais velhos da equipa (26 anos) continuará a ser a grande referência dos jovens sérvios. Do outro lado estará uma desfalcada Rússia, a defender o título conquistado em 2007, que tem conseguido suprir as suas ausências de vulto, chegando aos Quartos-de-final após vitórias sobre Croácia e Grécia. Será o batalhão da juventude sérvia contra a segunda linha de ataque russa, num duelo entre dois históricos do basquetebol da Europa.

Joga-se hoje, pelas 17h15 de Portugal, o Espanha-Polónia. Este jogo do Grupo F que será disputado na cidade de Lodz, irá decidir qual a equipa que avança para os quartos-de-final, e qual a equipa que fica pelo caminho e que terá de disputar a Fase de Qualificação para o Eurobasket 2011.
Espanha e Polónia. Os Campeões do Mundo contra a equipa da casa. O principal candidato contra a equipa organizadora. De pavilhão cheio e com uma tremenda hipótese de fazer história, os polacos tentarão aproveitar esta oportunidade de jogarem em casa para alcançarem os quartos-de-final, numa participação que seria memorável. Os espanhóis, encostados à parede, e pouco acostumados a estas andanças vão jogar perante 12 polacos motivadíssimos, e terão ainda de superar os 11.500 adeptos polacos que encherão a Lodz Arena.
Quem sairá vencedor deste duelo? A equipa com melhores soluções individuais e colectivas, ou será a equipa com maior apoio nas bancadas e com a motivação extra do seu lado?