Queres brincar, brincas no banco

Novembro 22, 2009

Nate Robinson, jogador dos New York Knicks lembrou-se de lançar no seu próprio cesto poucos centésimos depois de acabar o 1º período. Mike D’Antoni, o seu treinador, não achou muita piada à brincadeira e Robinson levou uma ensaboadela pelo seu atrevimento.

Consequência disso ou de algo mais, o base dos Knickerboxers só voltou a levantar-se do banco durante descontos de tempo ou para aplaudir colegas, já que minutos de jogo não os voltou a ver!


Passo à frente ou passo atrás?

Novembro 16, 2009

Brandons Jennings marca pela diferença: vai para a Europa em vez de seguir a habitual carreira na NCAA, escolhe uma marca de roupa e calçado – Under Armour – que quer vingar e que não representa nenhum atleta de destaque, por vezes fala em demasia, e joga disto como poucos!

Até ao momento, o rookie dos Bucks tem espalhado qualidade por onde passa: em 7 jogos tem as médias de 25,6 pontos e 5,1 assistências por jogo. Nada mau! E as suas duas últimas partidas foram qualquer coisa de especial:

  • 55 pontos marcados frente aos Golden State Warriors – é verdade que a equipa da Bay Area não conhece o termo defender, mas um rookie marcar 55 pontos num jogo, merece sempre destaque!
  • 32 pontos e 9 assistências para Young Money na noite anterior frente aos Denver Nuggets.

Até que ponto se poderá avaliar a influência da experiência europeia em Brandon Jennings? Essa vivência está a ter algum peso na qualidade de jogo do base norte-americano, ou vir para Roma foi um passo atrás e se tivesse ficado pela Universidade de Arizona estaria ainda melhor?

Qual a vossa opinião?


Lição de desportivismo

Novembro 16, 2009

Ron Artest mostra as suas boas maneiras frente à antiga equipa. Não houve grande sentido de desportivismo, mas que tem piada tem!

Mas no final, com calçado ou sem ele, os Rockets acabaram por vencer em Los Angeles! Rick Adelman continua a mostrar serviço. E de que maneira!!


A.I. brilha em Philly

Novembro 7, 2009

Aprecio as qualidades de Terrence Williams, sobretudo pelo que fez em Louisville sob as ordens de Rick Pitino. Mas neste lance, o artista não foi ele, mas sim Andre Iguodala. O jovem rookie ainda tentou ir lá cima impedir A.I. de brilhar, mas por vezes, há coisas que não resultam…


E continuo sem perceber…

Outubro 29, 2009

Há várias coisas no mundo do basquetebol que não consigo entender. Penso que seja normal, só agora estou a começar a entender algumas coisas do jogo. Vejo-o desde que nasci, jogo-o desde os 5 anos, só me divorciei durante duas temporadas, mas não tenho medo de dizer que quase nada sei sobre o jogo pelo qual me apaixonei. Por isso mesmo gosto de me informar, ler e ouvir, para continuar a aprender.

Mas por mais que leia e veja, acho que o Draft da NBA será sempre algo que muito me custará perceber. Esta temporada vi vários jogos da NCAA, acompanhei os trabalhos pré-Draft, até me dei ao trabalho de tentar perceber quais as necessidades de cada equipa. No entanto, a noite do Draft mostrou-se completamente antagónica ao que tinha previsto – e nem sequer estou a falar dos Wolves escolherem Ricky Rubio e Johnny Flynn – com as equipas a fazerem algumas escolhas que considerei ‘estranhas’ tendo em conta as opções existentes.

Duas escolhas deixaram-me mesmo a pensar: ‘Fogo, não pesco mesmo nada disto!’. Não percebi como Ty Lawson, base campeão por North Carolina, foi escolhido na 18ª posição. Ok, a sua altura não abona muito numa liga de gigantes, mas que ele joga muito, disso ninguém tem dúvidas. E sempre houve pequenos jogadores a fazer grandes carreiras…E volto a referir, ele joga mesmo muito, tal como mostrou na passada temporada em que levou a sua Universidade ao almejado título de campeão, culminando com os elogios públicos que o presidente Barack Obama lhe endereçou!

A outra escolha que me surpreendeu foi a Dejuan Blair. O extremo-poste foi escolhido na 7ª posição da 2ª ronda pelos S.A. Spurs! O jogador formado em Pittsburgh foi a 37ª escolha do Draft!!! Mais uma vez compreendo que a sua estatura não é a ideal para a posição em que actua, mas diria que o rapaz até sabe utilizar bem o corpo que tem, e fazer muitos estragos. Os dirigentes da NBA continuam a defender a política de ‘não se ensina um jogador a ganhar cm em altura’, acreditando no potencial de jogadores ‘grandes’ e na sua capacidade de aprendizagem.

Por acaso, não me lembro de muitos casos de sucesso que tenham resultado desta política de observação de talentos no processo de escolha do Draft da NBA. Mas mais uma vez sou obrigado a reconhecer que este é um mundo que ainda desconheço.

Esperei pela estreia oficial na NBA para me pronunciar sobre este tema. Bem que sei que são rookies, e que um jogo não define uma carreira. Pode apenas ter corrido bem, e percebo que corro o risco de este texto ter sido escrito cedo de mais. Mas para culminar, deixo aqui os dados da noite de estreia dos dois jogadores:

Ty Lawson vs Utah Jazz – 17 pontos, 6 assistências e 1 perda de bola em 26:25 minutos de utilização.

Dejuan Blair vs New Orleans Hornetts – 14 pontos e 11 ressaltos em 22:33 minutos de utilização.


Comboio descarrila a West

Outubro 27, 2009

Delonte West, base lançador dos Cleveland Cavaliers vive dias complicados. E parece que não quer melhorar…

A ser julgado por posse de armas ilegais, Delonte West tem-se revelado um problema de difícil solução para os responsáveis dos Cavs, que esperam que o jogador resolva os seus problemas e esteja disponível a 100% para exercer a sua profissão.

Como se isto não bastasse, soube-se agora que o jogador está a responder a um processo judicial, sendo acusado de violência doméstica.

A vida não corre bem a Delonte West e os Cavaliers vêem-se assim privados de uma das suas mais importantes peças da temporada passada.


O Belga e ‘O Monstro’

Outubro 20, 2009

Gregg Popovich disse que Blake Griffin era ‘um monstro’ e que foi a escolha mais do que óbvia para o #1 do Draft de 2009. Num jogo de preparação frente à outra equipa da cidade de Los Angeles, Blake Griffin brindou o belga DJ Mbenga com uma jogada que mostra bem aquilo que Blake Griffin poderá fazer na NBA.


It’s on Me for We

Outubro 15, 2009


A influência de Tim Grover

Outubro 1, 2009

Tim Grover foi o treinador pessoal de Michael Jordan durante largos anos da carreira de ‘His Airness’. Aliás, o preparador físico era muitas vezes apontado como um dos factores de sucesso de MJ, pondo em forma um corpo que raramente foi afectado por lesões, e que noite após noite era massacrado pelas defesas contrárias.

Tim Grover ganhou reputação e hoje em dia, o seu local de trabalho e os seus métodos são procurados por algumas das maiores estrelas da NBA. Deixamos aqui os casos de Gilbert Arenas, e também o de Dwyane Wade – dois jogadores mais do que talentosos, mas regularmente afectados por lesões e que querem deixar essas malapatas para trás. Sintomática a frase de Gilbert ‘Agent Zero’ Arenas no final do clip ‘He saved my carrer’.


O regresso do ‘Agent Zero’

Setembro 17, 2009

Gilbert Arenas participou em apenas 2 jogos durante a temporada 2008-2009. E o grandes líder dos Washington Wizards, e um dos principais dinamizadores da blogosfera NBA está mais do que determinado em regressar à competição e provar que ainda é um dos melhores jogadores da competição. Para isso, o jogador esteve em Chicago a trabalhar com Tim Grover (tratava da condição física de Michael Jordan) durante o Verão, fazendo tudo para voltar a jogar basquetebol de forma regular.

Durante esta semana os Washington Wizards lançarão 3 vídeos que têm como principal protagonista Gilbert Arenas. O primeiro dos vídeos mostra-nos algumas imagens do trabalho do ‘Agent Zero’: os treinos no pavilhão e no ginásio.

Vejam aqui ‘Part I: Character’ e ‘Part II; Commitment’.


Motivos para sorrir?

Setembro 17, 2009

Quando uma equipa termina a temporada com 19 vitórias em 82 jogos, algumas mudanças têm de ser feitas, caso a organização queira abandonar o pelotão dos últimos da NBA. E é nessa situação que estão os Washington Wizards, depois de uma época marcada por lesões de jogadores essenciais que estiveram mais tempo afastados do campo do que lá dentro a dar o seu contributo.

Nova época, nova vida. Assim esperam os Washington Wizards, esperando que a malapata das lesões não volte a afectar o seu plantel, à imagem do que aconteceu na temporada anterior – Gilbert Arenas não participou em 80 jogos, Brendan Haywood esteve de fora 76 vezes enquanto que DeShawn Stevenson não equipou por 50 vezes. E na verdade, se a equipa da capital norte-americana conseguir que este trio volte à competição regularmente, as suas hipóteses de terem sucesso na Conferência Este aumentarão substancialmente.

Para melhorar a sua equipa, os Wizards foram buscar Randy Foye, Mike Miller e Fabricio Oberto. Três soluções de qualidade que terão a função de ajudar o trio de estrelas da equipa – Gilbert Arenas, Antawn Jamison e Caron Butler. A juntar a estes há os jovens que na temporada anterior mostraram que apesar de não estarem prontos para assumirem papéis de destaque na equipa, poderão contribuir com minutos de qualidade – Andray Blatche, JaVale McGee e Nick Young.

Analisando as soluções individuais que o novo treinador Flip Saunders tem ao seu dispor, esta equipa parece ter condições para lutar pelos lugares cimeiros duma Conferência onde, à partida, Orlando Magic, Cleveland Cavaliers e Boston Celtics partem em vantagem.

Mas há quem acredite que mais do que lutar pelos lugares cimeiros, esta equipa tem condições para lutar pelo título – pelo menos é o que diz Antawn Jamison. E na verdade, se o Agent Zero e Brendan Haywood conseguirem manter-se afastados de lesões, os Washington Wizards tornam-se numa das equipas com mais soluções da Conferência Este!

 

PS – Em visita ao site da Dime Magazine reparei que também eles abordaram, neste dia 17 de Setembro, o potencial da equipa dos Wizards. Para que fique claro, e não surjam questões sobre eventual ‘cópia e tradução’ de texto, este post foi publicado no Seis25 às 14h40, tendo sido colocado online na Dime uma hora depois.


Michael Jordan – The Flu Game

Setembro 11, 2009

Prestes a ver o seu nome incluído no Hall of Fame, Michael Jordan tem sido uma das personalidades mais referidas na Internet nos últimos dias. Vídeos de um dos melhores jogadores de sempre, homenagens ao jogador que por muitos é apelidado como o G.O.A.T. – Greatest Of All Time, esta tem sido a semana de Michael Jordan, Sua Alteza Real como lhe chamava Carlos Barroca nos jogos transmitidos na RTP2.

Juntando-me no tributo ao eterno #23 de Chicago deixo aqui o meu momento preferido de Michael ‘Air’ Jordan. Num jogo que vi em directo, madrugada dentro, vibrei como nunca pelos Bulls de Chicago. Corria o ano de 1997, os Bulls estavam nas Finais contra os Jazz de John Stockton e Karl Malone – tinha sido nomeado como o MVP da Fase Regular. No 5º jogo da Final, realizado em Utah, no ruídoso Delta Center, Michael Jordan carregou às costas a sua equipa, numa vitória decisiva que permitiu aos Bulls ficar a apenas uma vitória do seu segundo título consecutivo.

E porque foi este jogo tão especial para mim? Por ter visto Michael Jordan jogar, depois de uma noite sem dormir, às voltas com um vírus estomacal. A arder em febre, MJ não deixou ficar mal a sua equipa, não abandonou os seus colegas, mostrou a todos o porquê de ser um dos melhores de sempre a jogar este jogo. Quando muitos teriam ficado no hospital a recuperar, Jordan foi para dentro de campo. Lutou contra os Jazz, contra os fervorosos adeptos de Utah, contra a febre que lhe tirava forças, aproveitou cada desconto de tempo para se refrescar com sacos de gelo. Jogou 44 minutos, marcou 38 pontos, conquistou 7 ressaltos, fez 5 assistências. No final, como em tantas outras noites da sua carreira, marcou o cesto decisivo – um triplo a passe de Scottie Pippen que deu a liderança e a vitória no jogo. Marcou, os Bulls venceram, Jordan deixou-se cair nos braços de Pippen que o arrastou até ao banco.

Não foi o jogo em que mais pontos marcou, não foi o jogo em que mais domínio exerceu sobre os seus adversários. Não teve highlights brutais como em tantos outros jogos. Mas este foi, sem qualquer dúvida, o jogo que mais me marcou.

Naquele dia, aprendi com Michael Jordan o significado de superação.


23 momentos marcantes

Setembro 6, 2009

A ESPN está a lançar, no seu site, diversos vídeos de Michael Jordan. À medida que se aproxima a data em que His Airness se juntará ao Hall of Fame, o meio de comunicação social norte-americano está a prestar uma homenagem a um dos melhores atletas de sempre da história do Desporto.

Juntamente com os vídeos, a ESPN está a acrescentar um pequeno testemunho dos adversários directos de Michael Jordan. Vale a pena ver!!


Cartão de visita para 2009-2010?

Setembro 6, 2009

A U. North Carolina está a celebrar o seu centésimo aniversário, e um dos pontos altos das celebrações foi o UNC Alumni Game – jogo presenciado por cerca de 22.000 espectadores e disputado entre antigos alunos-atletas de North Carolina, mas cuja participação era exclusiva a jogadores profissionais.

Assim, o jogo contou com o núcleo duro das equipas dos Tar Heels que se sagraram campeãs universitárias em 2005 e 2009 – Raymond Felton, Sean May, Rashad McCants, Byron Sanders, Reyshawn Terry, Jackie Manuel, Quentin Thomas, Marvin Williams e Jawad Williams, pelos campeões de 2005; Tyler Hansbrough, Wayne Ellington, Ty Lawson, Danny Green, Bobby Frasor e Michael Copeland pelos actuais campeões da NCAA. Além destes, outras figuras históricas da Universidade estiveram presentes: Vince Carter, Joseph Forte, Brendan Haywood, Jamison, Jeff McInnis, Jerry Stackhouse, Rasheed Wallace, Shammond Williams e Brandan Wright.

E foi Vince Carter um dos destaques da noite, com algumas jogadas a fazer lembrar bons velhos tempos, tanto ao serviço dos Tar Heels de North Carolina, como ao serviço dos Raptors de Toronto. Na época que em Novembro inicia VC15 vai competir ao serviço dos Orlando Magic, e se este for o seu cartão de visita para a nova época, espera-se que a magia continue em Orlando.


Para onde segue o comboio de Ricky?

Agosto 31, 2009

Parece que o acordo com o Regal FC Barcelona não é oficial, e entretanto David Kahn voltou a voar até à Catalunha para mais uma reunião com os responsáveis do DKV Joventut e também para tentar convencer Ricky Rubio a juntar-se aos Timberwolves ainda este ano.

A saga continua, e a imagem de Ricky Rubio saiu um pouco beliscada de todo este enredo, depois da forma como os seus responsáveis lidaram com o processo: litígio com o clube que o formou e lançou para a ribalata, o DKV Joventut, descartar a equipa que o escolheu no Draft, os Minnesota T-Wolves, dizer que só joga em Badalona e depois estar prestes a escolher Barcelona… Talvez seja o preço da juventude, ou talvez Ricky esteja simplesmente a ser mal aconselhado.

No entanto, o final está perto, e espera-se que na próxima semana haja, finalmente, uma decisão sobre este caso, com Ricard Rubio a decidir se fica em Badalona, Barcelona ou Minnesota.