Earl Manigault – Porque alguém tem de falhar…

Setembro 13, 2009

‘Quem foi o melhor jogador com quem jogaste ou contra quem jogaste?’.

Por vezes esta pergunta surge quando duas pessoas relembram o seu passado desportivo. Aqueles que nunca atingiram um trajecto desportivo que os levasse a grandes voos, normalmente referem nomes que hoje estão na ribalta, mas que nos tempos da nossa juventude jogavam contra nós ao fim-de-semana, ou nas férias em qualquer playground com redes de ferro, ou só com um aro preso a uma tabela pouco segura.

Foi esta mesma pergunta que foi feita a Kareem Abdul-Jabbar na cerimónia de retirada da camisola que o histórico poste usou durante ao longo da sua carreira ao serviço dos Los Angeles Lakers. Qual a resposta do lendário Abdul-Jabbar?

‘The Goat’.

Esta é a alcunha pela qual ficou famoso Earl Manigault, talvez o mais reconhecido jogador de basquetebol de rua de Nova Iorque, e dos Estados Unidos da América – consta que a origem da famosa alcunha remonta a uma antiga professora de Earl que pronunciava mal o seu nome. Curiosa coincidência o facto de ‘The Goat’ ser um acrónimo para Greatest Of All Time, já que muitos o apontam como um dos mais impressionantes atletas que viram jogar! The Goat é o exemplo perfeito da ‘frase feita’ – “Passou ao lado de uma grande carreira”. Apesar de nunca ter conseguido fazer a transição do basket de rua para o basquetebol organizado, a sua popularidade em Nova Iorque era impressionante, e Manigault era tratado como um verdadeiro Rei da rua – mesmo antes da sua morte, de cada vez que The Goat visitava a Big Apple, muitas eram as pessoas que se deslocavam aos playgrounds de eleição para estar com o fenomenal atleta que nunca conseguiu singrar no mundo do basquetebol profissional. Mesmo na fase terminal da sua vida, Manigault andava pela cidade que dominou durante anos, e as pessoas brindavam-no constantemente: comida, cerveja, tabaco, recordações eram apenas algumas das ofertas a que tinha direito.

A sua reputação foi construída na rua, e as suas capacidades físicas – impulsão, agilidade, velocidade e explosividade – criaram histórias que perduram no tempo e que muitos tentam copiar: desde o mítico relato de Earl Manigault conseguir, saltando, tirar moedas da parte superior de uma tabela de basquetebol, passando pelo seu duplo-afundanço e pelo 720, ou ainda o episódio em que afundou 36 vezes seguidas de costas para ganhar uma aposta de $60. Na rua, desafiava e vencia jogadores que acabaram por singrar no mundo do basquetebol profissional, inclusive jogadores eleitos para figurarem no Hall Of Fame, como Connie Hawkins, Earl Monroe e Kareem Abdul-Jabbar.

Nos seus tempos de Secundária, Earl ‘The Goat’ Manigault integrava a equipa da sua escola, Benjamin Franklin High School, da qual era a grande figura – além da sua capacidade atlética, Earl Manigault treinava insistentemente o seu lançamento exterior, tentando atenuar a sua baixa estatura de 1,82m. No entanto, a sua ligação ao mundo da droga e os problemas que daí advinham começaram desde cedo, e no seu ano de finalista foi expulso da equipa de basquetebol e da escola, por ter sido acusado de fumar marijuana num balneário da escola. Transferindo-se para uma escola na Carolina do Norte, ‘The Goat’ conseguiu, apesar do seu baixo rendimento escolar, concluir o Ensino Secundário.

O próximo passo na carreira de um jovem basquetebolista que tanto interesse suscita e cujas capacidades vão sendo noticiadas, seria o ingresso numa Universidade de renome. No entanto, e face às suas dificuldades escolares e à falta de vontade em estudar, Manigault temeu não conseguir corresponder às exigências das Universidades de topo, optando assim pela Universidade Johnson C. Smith, no estado da Carolina do Norte. Mas logo no primeiro ano, ‘The Goat’ começou a entrar numa espiral negativa – as dificuldades nas salas de aula mantiveram-se, e a sua relação com o treinador da equipa de basquetebol era tudo menos pacífica. Nem um ano durou a presença de Manigault na Universidade que escolhera para continuar a sua carreira.

Foi então que, sem perspectivas de voltar à Universidade, e vendo-se esfumar a possibilidade de seguir a carreira de jogador profissional, Manigault seguiu caminhos ainda mais desviantes, dando início ao consumo de heroína – a partir daqui, aquele que muitos esperavam ver brilhar nos mais famosos pavilhões de basquetebol, tornou-se num viciado consumidor de droga, que precisava de roubar para manter o seu vício. A popularidade que conquistou nos campos de basquetebol de Nova Iorque fazia com que os traficantes da cidade lhe dessem alguma heroína de borla, porque não queriam ver ‘The Goat’ a roubar.

No entanto, Earl esteve preso por duas vezes – a primeira das quais no ano de 1969. Foi nesse ano que o seu antigo rival de playground, Kareem Abdul-Jabbar se tornou rookie da NBA, assinando pelos Milwaukee Bucks e garantindo um contrato milionário.

A segunda vez em que esteve ‘atrás das grades’ foi a seguir à sua única experiência como jogador profissional de basquetebol – tendo conseguido um tryout com os Utah Stars da ABA, Manigault podia finalmente mostrar aquilo que sabia fazer com uma bola de basquetebol, numa competição profissional. Mas por essa altura, quando ‘The Goat’ contava 25 anos, o seu corpo já estava excessivamente consumido pela heroína, e as suas capacidades físicas estavam longe do ideal. Depois dessa experiência fracassada, Earl voltou a consumir, o que o levou a precisar de mais dinheiro, planeando assim um assalto que renderia $6 milhões a si e ao seu grupo. Mas a tentativa de assalto foi descoberta e Manigault apanhou mais dois anos de cadeia.

Depois de sair da cadeia, Earl Manigault mudou-se para a Carolina do Norte com 2 dos seus filhos. Ali recomeçou uma nova vida, longe das drogas, segundo contou o próprio. Sem nunca ter tido um emprego fixo, Earl conseguiu manter uma vida pacata, visitando a sua Nova Iorque de tempos em tempos – a sua fama continuava bem lá no alto, e sempre que ‘The Goat’ visitava os playgrounds nos quais se tornou Rei, as pessoas corriam para ver uma das lendas do basquetebol nova-iorquino. 

Em 1998, morreu de paragem cardíaca, o rei dos playgrounds de Nova Iorque, a lenda do basquetebol de rua, que apesar de nunca ter conseguido atingir o estrelato ganhou uma notoriedade incrível junto da população local.

‘Por cada Michael Jordan há um Earl Manigault. Nem todos conseguimos lá chegar, alguém tem de falhar. Eu fui um deles…’


Michael Jordan – The Flu Game

Setembro 11, 2009

Prestes a ver o seu nome incluído no Hall of Fame, Michael Jordan tem sido uma das personalidades mais referidas na Internet nos últimos dias. Vídeos de um dos melhores jogadores de sempre, homenagens ao jogador que por muitos é apelidado como o G.O.A.T. – Greatest Of All Time, esta tem sido a semana de Michael Jordan, Sua Alteza Real como lhe chamava Carlos Barroca nos jogos transmitidos na RTP2.

Juntando-me no tributo ao eterno #23 de Chicago deixo aqui o meu momento preferido de Michael ‘Air’ Jordan. Num jogo que vi em directo, madrugada dentro, vibrei como nunca pelos Bulls de Chicago. Corria o ano de 1997, os Bulls estavam nas Finais contra os Jazz de John Stockton e Karl Malone – tinha sido nomeado como o MVP da Fase Regular. No 5º jogo da Final, realizado em Utah, no ruídoso Delta Center, Michael Jordan carregou às costas a sua equipa, numa vitória decisiva que permitiu aos Bulls ficar a apenas uma vitória do seu segundo título consecutivo.

E porque foi este jogo tão especial para mim? Por ter visto Michael Jordan jogar, depois de uma noite sem dormir, às voltas com um vírus estomacal. A arder em febre, MJ não deixou ficar mal a sua equipa, não abandonou os seus colegas, mostrou a todos o porquê de ser um dos melhores de sempre a jogar este jogo. Quando muitos teriam ficado no hospital a recuperar, Jordan foi para dentro de campo. Lutou contra os Jazz, contra os fervorosos adeptos de Utah, contra a febre que lhe tirava forças, aproveitou cada desconto de tempo para se refrescar com sacos de gelo. Jogou 44 minutos, marcou 38 pontos, conquistou 7 ressaltos, fez 5 assistências. No final, como em tantas outras noites da sua carreira, marcou o cesto decisivo – um triplo a passe de Scottie Pippen que deu a liderança e a vitória no jogo. Marcou, os Bulls venceram, Jordan deixou-se cair nos braços de Pippen que o arrastou até ao banco.

Não foi o jogo em que mais pontos marcou, não foi o jogo em que mais domínio exerceu sobre os seus adversários. Não teve highlights brutais como em tantos outros jogos. Mas este foi, sem qualquer dúvida, o jogo que mais me marcou.

Naquele dia, aprendi com Michael Jordan o significado de superação.


23 momentos marcantes

Setembro 6, 2009

A ESPN está a lançar, no seu site, diversos vídeos de Michael Jordan. À medida que se aproxima a data em que His Airness se juntará ao Hall of Fame, o meio de comunicação social norte-americano está a prestar uma homenagem a um dos melhores atletas de sempre da história do Desporto.

Juntamente com os vídeos, a ESPN está a acrescentar um pequeno testemunho dos adversários directos de Michael Jordan. Vale a pena ver!!


A caminho do Hall of Fame

Agosto 3, 2009

Para ver o Making Of deste anúncio, vá por aqui.


A ânsia de chegar ao cesto

Fevereiro 18, 2009

Duas mãos na bola, dentes cerrados, o Mundo em suspenso. Toda a vontade impressa no gesto técnico ainda imperfeito. Os braços esticados e o salto final acompanhado de um grito abafado de esforço ajudam a perceber o enquadramento da acção. Quando a bola nos sai das mãos leva toda a esperança. E fica, na maior parte das vezes, muito longe do cesto. É assim que “lançamos” quando começamos a jogar em pequenos. Acredito que é o período em que estamos mais perto de duas das capacidades mais preciosas na vida e no jogo de basquetebol – a ambição de querermos ser melhores e o prazer de fazermos aquilo de que gostamos. Sem ninguém nos ensinar aprendemos que é sempre possível. Sempre. Quando a bola não entra no cesto, recuperamos facilmente do desgosto e depositamos a mesma crença no roubo de bola ao adversário que ganhou o ressalto. Cada um de nós e todos ao mesmo tempo, o que confere aos jogos de mini-basquete aquela dose de correria, intensidade e entrega muito próprias. Não compreendo aqueles que insistem em ensinar a técnica antes do gozo (ou se quiserem, a técnica em detrimento do gozo). É preciso saber correr, saber lançar, saber as regras. Certo. Mas é preciso brincar, rir, gostar do Jogo. Isso terá seguramente implicações mais fortes no futuro.


Vasco da Gama, nunca tão poucos fizeram tanto

Dezembro 23, 2008

Tudo começou com a vontade visionária de «dar Basquetebol a meninos de pé descalço, que não tinham o que comer». Actualmente com 88 anos de idade, o Sporting Clube Vasco da Gama vai sobrevivendo «à Batalha», no meio de grandes condicionantes financeiras, mas sem desarmar da luta.

O histórico clube de basquetebol da cidade do Porto (3 vezes campeão nacional da 1ªDivisão e formador de dezenas de internacionais portugueses, como Pedro Miguel, Rui Mota ou Fernando Sá, só para citar alguns) abdicou este ano de ter uma equipa sénior masculina (militava anteriormente na CNB2), apostando somente nos seus escalões de formação. Os sub-18 lutam com Guifões e FCPorto pela vitória no distrital enquanto os sub-16 estão em terceiro atrás de Leça e FCPorto. Já os sub-20 seguem em segundo na sua série, mais uma vez atrás do FCPorto. E ainda há o mini-basquete e o baby-basquete.

Sem Pavilhão próprio, o Vasco vai utilizando o Pavilhão do Colégio de Gaia para alguns dos seus encontros, sendo que treina e joga igualmente no mítico Parque das Camélias, um recinto de asfalto (agora coberto) junto à sua sede na Rua Alexandre Herculano que fez (e faz) as delícias dos apaixonados do clube e da modalidade.

Actualmente denominado Oficina Alves Teixeira, em homenagem ao jornalista Joaquim Alves Teixeira (1909-1981), incontornável líder da colectividade, o Parque das Camélias continua a receber de braços abertos quem quiser por lá passar e bater umas bolas. O Seis25 passou por lá…

(Cliquem nas fotos para as verem melhor)


Shawn Kemp – amar o jogo

Maio 31, 2008

S.Kemp

Andava a passear pela net quando no site da Bounce Magazine encontrei uma notícia que, não nego, me deixou contente: Shawn Kemp (que com Gary Payton formou uma das minhas duplas preferidas de toos os tempos) voltou a jogar basket em Seattle! Não nos seus Sonics mas sim no Rip the Cut Tournament – onde também estão a participar Brandon Roy, Jamal Crawford e Spencer Hawes. Não aquele Shawn Kemp gordo e perdido nos seus tempos em Cleveland. Antes um Shawn Kemp em melhor forma física, aparentemente recuperado de todos os problemas em que se viu envolvido e que afastaram da NBA um dos jogadores mais espectaculares da década de 90.

É claro que aos 38 anos já não está capaz de afundar como nos seus tempos áureos, ou com um abafo mandar a bola para as bancadas. Mas Shawn Kemp – ‘the Reign Man’ está de volta, a fazer aquilo que gosta: jogar basquetebol.

Depois de ler esta notícia foi inevitável ir até ao Youtube relembrar os alley-oops com Gary Payton, os saltos impossíveis, o poder dos afundanços…enfim, Shawn Kemp!!

“Ah man, I play ball in all kind of tournaments across the United States, from New York to Hawaii. I play basketball every week bro.” - Shawn Kemp


Verdade verdadinha…

Abril 22, 2008

Para os que diziam que era uma montagem, ou que quem aparece no vídeo não é Michael Jordan, aqui fica o esclarecimento retirado do site da ACB.


Como imaginar o jogo sem os tolinhos?

Fevereiro 5, 2008

Este foi provavelmente o maior tolinho que o jogo já teve. Foi o mais mediático que alguma vez vimos jogar, disso não pode haver dúvidas, e nos dias de jogos mornos e sem chama, temos inevitavelmente saudades. Pela intensidade que emprestava ao jogo, pela disputa de cada bola, pelo contágio emocional que proporcionava, Rodman deixou a sua marca.

Quem jogou basquetebol e teve a oportunidade de jogar ao lado de um tolinho(a) sabe que eles fazem muita falta ao jogo. E ao balneário ainda mais. Como imaginar portanto, o jogo sem os tolinhos?


Scottie e a rapidinha

Novembro 28, 2007

Aos 42 anos, o homem a quem um dia Mr Jordan se referiu como o jogador mais inteligente com quem tinha privado, vai voltar a um pavilhão, na Suécia, nos Sundsvall Dragons, equipa que mantém contactos de trabalho com o seu antigo treinador-adjunto nos Bulls Mike Wilhelm. O regresso ao Jogo será curto, há acordo apenas para uma partida,contra os Akropol, que está marcado para 11 de Janeiro. Surreal não? Como os bilhetes irão certamente esgotar, contetemo-nos com «a sombra» nos seus tempos de Bull…


Wilt Chamberlain – O senhor 100

Setembro 27, 2007

Wilt Chamberlain é considerado por muitos como o melhor poste de sempre da NBA. Outros consideram-no o melhor jogador de sempre. Como é difícil e injusto comparar jogadores de diferentes eras, ficamo-nos por considerar Chamberlain como um dos melhores jogadores de sempre, e um dos mais incríveis dominadores deste jogo.

A sua façanha mais conhecida é a de ter marcado 100 pontos num único jogo. Aconteceu no dia 2 de Março de 1962 quando a sua equipa dos Philadelphia Warriors derrotou os New York Knicks. No entanto, Wilt estabeleceu inúmeros recordes, e marcas que parecem inultrapassáveis por qualquer jogador. Assim, na época de 1961-62 (a tal do jogo dos 100 pontos) obteve as médias de 50.4 pontos e 25.7 ressaltos por jogo. No entanto não se ficou por aqui, e na época seguinte alcançou as médias de 44.8 pontos e 24.3 ressaltos por jogo. No entanto, fica o registo de que foi na época de 1960-61 que obteve a melhor média de ressaltos de sempre: 27.2 por jogo.

Wilt sagrou-se duas vezes campeão da NBA, e as disputas com Bill Russel eram um dos grandes atractivos do basket de então. Veio a falecer no dia 12 de Outubro de 1999 devido a problemas cardíacos. O seu legado continua bem vivo e Wilt Chamberlain será etenamente recordado como um dos melhores jogadores de sempre!


Michael Jordan – ‘His Airness’

Setembro 20, 2007

Pouco se pode escrever sobre aquele que é por muitos considerado como o Melhor Jogador de sempre de basquetebol. Michael Jordan não é o jogador com mais títulos conquistados, não é o melhor marcador de sempre da NBA, não é o jogador com mais títulos defensivos, mas na hora de escolher o melhor de sempre, a resposta é quase imediata: Michael Jordan.

Muitas noites passadas em frente à televisão a ver jogar os Bulls de Chicago, só para aprender com o número 23. Vê-lo a fazer um ‘fade-away’ e tentar imitar no dia seguinte. Ver a forma como recuperava a bola, para no próximo treino tentar imitar a sua astúcia. Vê-lo a voar…e imaginar que um dia, conseguiria fazer metade daquilo. Ver a forma como assumia o jogo naturalmente, e levava a equipa às costas.

Este ano, estava num café na praia e ouvi umas pessoas que estavam na mesa ao lado a falar um pouco alto. Um deles devia morar em França, e estava a perguntar ao outro – que devia ter à volta dos 8 anos de idade – se conhecia o Tony Parker. O miúdo de 8 anos disse que não. Jogadores de basket, só conhecia o Jordan…De certeza que nunca o viu jogar, de certeza que nunca jogou basket, mas o único jogador de basket que conhece é o Michael Jordan…

Hoje em dia, Jordan é quase um mito para muitos jovens. Esta nova geração não teve a oportunidade de ver jogar o melhor de sempre. Mas para mim, continua a ser o Air Jordan, aquele que com mais de 40º de febre entra dentro de campo, e praticamente resolve o campeonato a favor dos Bulls! Na altura, o quinto da equipa que encantou durante os anos 90! Para mim, continua a ser o homem que no ano seguinte, ao ver o seu colega Scottie Pippen com espasmos nas costas durante o jogo 6 das Finais, levou praticamente sozinho a equipa de Chicago ao seu último título!

Em relação a Jordan, pouco há a dizer. As imagens falam por si! Para quem nunca o viu jogar, deixo um aviso sério: arranjem cassetes, dvds, o que quiserem, mas vejam His Airness jogar…Vale a pena o tempo investido!

Fica um vídeo, com a música que muitos associam a MJ.