Gunnin for that #1 spot

Março 2, 2010

Finalmente consegui ver este documentário que já procurava há algum tempo. E só posso dizer que as expectativas foram correspondidas.

Para quem gosta de basquetebol e de realidades completamente diferentes daquela em que estamos inseridos, aconselho que vejam ‘Gunnin for that #1 spot’ – uma hora e meia a acompanhar 8 jogadores que, então, competiam no High School e que agora são estrelas da NBA ou NCAA.

Michael Beasley (Miami Heat), Tyreke Evans (Sacramento Kings), Jerryd Bayless (Portland Trail Blazers), Donte Greene (Sacramento Kings), Brandon Jennings (Milwaukee Bucks), Kevin Love (Minnesota Timberwolves), Lance Stephenson (U. Cincinnati) e Kyle Singler (U. Duke) são os jogadores em foco.

Veja o trailer, veja o documentário completo.


2010 – o que vem aí

Dezembro 28, 2009

1. Vêm aí os Mundiais

O mundial feminino decorrerá em Setembro e Outubro de 2010, na República Checa. Os candidatos do costume – Rússia, EUA e Austrália – vão tentar conquistar o título. As australianas são campeãs em título e têm um grupo “acessível” na primeira fase, com China, Canadá e Bielorrússia. As norte-americanas, que ganharam 4 dos últimos 6 mundiais e são tetracampeãs olímpicas, estão no grupo de França, Senegal e Grécia. Por sua vez a Rússia, que esteve nas últimas três finais do Mundial e nunca as ganhou, jogará no grupo de Japão, Argentina e República Checa. Finalmente o grupo do outsider Brasil, com Espanha, Mali e Coreia do Sul. Muitos jogos, pois o sistema competitivo da FIBA, já se sabe, fará “render o peixe”.

Todo o calendário aqui

O mundial masculino, com um sistema competitivo remodelado no Japão´06 e que veio para ficar (uma fase de grupos e a partir de aí sempre a eliminar, ver aqui), disputar-se-á em Agosto e Setembro em quatro cidades da Turquia. Jogos muito emotivos em perspectiva. Os espanhóis defendem o título de Saitama e o estatuto conquistado nos últimos anos (apesar da derrota na final olímpica). O seu grupo inclui França, Canadá, Lituânia, Nova Zelândia e Líbano. Os norte-americanos defrontarão a Croácia, o Brasil, a Eslovénia , o Irão e a Tunísia, num inicio que se prevê de aquecimento, independentemente dos seleccionados. Dos balcãs e das pampas poderão vir dois fortes concorrentes, dependendo das lesões que afectarem os respectivos planteis. Sérvia e Argentina estão no mesmo grupo na primeira fase, juntamente com Alemanha, Austrália, e as “portuguesas” Angola e Jordânia. Finalmente, os anfitriões enfrentarão os eternos inimigos na fase inicial da competição. Turquia e Grécia estarão no grupo de Rússia, China , Porto Rico, e Costa do Marfim…

Todo o calendário, aqui


Earl Manigault – Porque alguém tem de falhar…

Setembro 13, 2009

‘Quem foi o melhor jogador com quem jogaste ou contra quem jogaste?’.

Por vezes esta pergunta surge quando duas pessoas relembram o seu passado desportivo. Aqueles que nunca atingiram um trajecto desportivo que os levasse a grandes voos, normalmente referem nomes que hoje estão na ribalta, mas que nos tempos da nossa juventude jogavam contra nós ao fim-de-semana, ou nas férias em qualquer playground com redes de ferro, ou só com um aro preso a uma tabela pouco segura.

Foi esta mesma pergunta que foi feita a Kareem Abdul-Jabbar na cerimónia de retirada da camisola que o histórico poste usou durante ao longo da sua carreira ao serviço dos Los Angeles Lakers. Qual a resposta do lendário Abdul-Jabbar?

‘The Goat’.

Esta é a alcunha pela qual ficou famoso Earl Manigault, talvez o mais reconhecido jogador de basquetebol de rua de Nova Iorque, e dos Estados Unidos da América – consta que a origem da famosa alcunha remonta a uma antiga professora de Earl que pronunciava mal o seu nome. Curiosa coincidência o facto de ‘The Goat’ ser um acrónimo para Greatest Of All Time, já que muitos o apontam como um dos mais impressionantes atletas que viram jogar! The Goat é o exemplo perfeito da ‘frase feita’ – “Passou ao lado de uma grande carreira”. Apesar de nunca ter conseguido fazer a transição do basket de rua para o basquetebol organizado, a sua popularidade em Nova Iorque era impressionante, e Manigault era tratado como um verdadeiro Rei da rua – mesmo antes da sua morte, de cada vez que The Goat visitava a Big Apple, muitas eram as pessoas que se deslocavam aos playgrounds de eleição para estar com o fenomenal atleta que nunca conseguiu singrar no mundo do basquetebol profissional. Mesmo na fase terminal da sua vida, Manigault andava pela cidade que dominou durante anos, e as pessoas brindavam-no constantemente: comida, cerveja, tabaco, recordações eram apenas algumas das ofertas a que tinha direito.

A sua reputação foi construída na rua, e as suas capacidades físicas – impulsão, agilidade, velocidade e explosividade – criaram histórias que perduram no tempo e que muitos tentam copiar: desde o mítico relato de Earl Manigault conseguir, saltando, tirar moedas da parte superior de uma tabela de basquetebol, passando pelo seu duplo-afundanço e pelo 720, ou ainda o episódio em que afundou 36 vezes seguidas de costas para ganhar uma aposta de $60. Na rua, desafiava e vencia jogadores que acabaram por singrar no mundo do basquetebol profissional, inclusive jogadores eleitos para figurarem no Hall Of Fame, como Connie Hawkins, Earl Monroe e Kareem Abdul-Jabbar.

Nos seus tempos de Secundária, Earl ‘The Goat’ Manigault integrava a equipa da sua escola, Benjamin Franklin High School, da qual era a grande figura – além da sua capacidade atlética, Earl Manigault treinava insistentemente o seu lançamento exterior, tentando atenuar a sua baixa estatura de 1,82m. No entanto, a sua ligação ao mundo da droga e os problemas que daí advinham começaram desde cedo, e no seu ano de finalista foi expulso da equipa de basquetebol e da escola, por ter sido acusado de fumar marijuana num balneário da escola. Transferindo-se para uma escola na Carolina do Norte, ‘The Goat’ conseguiu, apesar do seu baixo rendimento escolar, concluir o Ensino Secundário.

O próximo passo na carreira de um jovem basquetebolista que tanto interesse suscita e cujas capacidades vão sendo noticiadas, seria o ingresso numa Universidade de renome. No entanto, e face às suas dificuldades escolares e à falta de vontade em estudar, Manigault temeu não conseguir corresponder às exigências das Universidades de topo, optando assim pela Universidade Johnson C. Smith, no estado da Carolina do Norte. Mas logo no primeiro ano, ‘The Goat’ começou a entrar numa espiral negativa – as dificuldades nas salas de aula mantiveram-se, e a sua relação com o treinador da equipa de basquetebol era tudo menos pacífica. Nem um ano durou a presença de Manigault na Universidade que escolhera para continuar a sua carreira.

Foi então que, sem perspectivas de voltar à Universidade, e vendo-se esfumar a possibilidade de seguir a carreira de jogador profissional, Manigault seguiu caminhos ainda mais desviantes, dando início ao consumo de heroína – a partir daqui, aquele que muitos esperavam ver brilhar nos mais famosos pavilhões de basquetebol, tornou-se num viciado consumidor de droga, que precisava de roubar para manter o seu vício. A popularidade que conquistou nos campos de basquetebol de Nova Iorque fazia com que os traficantes da cidade lhe dessem alguma heroína de borla, porque não queriam ver ‘The Goat’ a roubar.

No entanto, Earl esteve preso por duas vezes – a primeira das quais no ano de 1969. Foi nesse ano que o seu antigo rival de playground, Kareem Abdul-Jabbar se tornou rookie da NBA, assinando pelos Milwaukee Bucks e garantindo um contrato milionário.

A segunda vez em que esteve ‘atrás das grades’ foi a seguir à sua única experiência como jogador profissional de basquetebol – tendo conseguido um tryout com os Utah Stars da ABA, Manigault podia finalmente mostrar aquilo que sabia fazer com uma bola de basquetebol, numa competição profissional. Mas por essa altura, quando ‘The Goat’ contava 25 anos, o seu corpo já estava excessivamente consumido pela heroína, e as suas capacidades físicas estavam longe do ideal. Depois dessa experiência fracassada, Earl voltou a consumir, o que o levou a precisar de mais dinheiro, planeando assim um assalto que renderia $6 milhões a si e ao seu grupo. Mas a tentativa de assalto foi descoberta e Manigault apanhou mais dois anos de cadeia.

Depois de sair da cadeia, Earl Manigault mudou-se para a Carolina do Norte com 2 dos seus filhos. Ali recomeçou uma nova vida, longe das drogas, segundo contou o próprio. Sem nunca ter tido um emprego fixo, Earl conseguiu manter uma vida pacata, visitando a sua Nova Iorque de tempos em tempos – a sua fama continuava bem lá no alto, e sempre que ‘The Goat’ visitava os playgrounds nos quais se tornou Rei, as pessoas corriam para ver uma das lendas do basquetebol nova-iorquino. 

Em 1998, morreu de paragem cardíaca, o rei dos playgrounds de Nova Iorque, a lenda do basquetebol de rua, que apesar de nunca ter conseguido atingir o estrelato ganhou uma notoriedade incrível junto da população local.

‘Por cada Michael Jordan há um Earl Manigault. Nem todos conseguimos lá chegar, alguém tem de falhar. Eu fui um deles…’


Outra vez o Guy, mas esta é obrigatória

Setembro 9, 2009

Bem sei que andamos a insistir um pouco no Guy (parece que se lê ‘Gui’) Dupuy, mas depois de ter visto isto, no site da Dime Magazine, só podia deixar aqui o vídeo!  

Fui o único a pensar ‘wow…’ depois de ter visto este afundanço?


Sprite Slam Dunk Showdown – O Top10

Setembro 5, 2009

PS – Guy Dupuy (TFB) aparece nesta contagem com 3 mais afundanços, e por sinal os 2 primeiros são da sua autoria.


Voar no Céu de Los Angeles (II)

Agosto 29, 2009

Há uns tempos tínhamos deixado aqui a amostra. Agora fica aqui um vídeo mais completo, dum concurso que vem sendo apelidado como um dos melhores de sempre no que à qualidade dos afundanços diz respeito.

Só para ter uma melhor noção da qualidade do que aqui se apresenta, T-Dub (o primeiro a afundar no vídeo) tem 180 cm de altura, enquanto que Guy Dupuy – o vencedor – tem 192cm.


Voar no céu de Los Angeles

Agosto 17, 2009

Árbitro-adepto

Agosto 14, 2009

Hmm…tem alguma piada! Mas gostava de saber o que queria ele ‘dizer’ com as palmas.


Querer é poder!

Maio 27, 2009

Grande história de um jovem de 2.10 que seguiu o seu sonho, e conseguiu um lugar numa equipa da NCAA. Kevin Laue, 19 anos, nasceu sem mão esquerda, e teve de amputar parte do braço. Isso impediu-o de jogar basquetebol, e conseguir alcançar os seus sonhos?

NÃO!

Para quem se costuma enrolar em desculpas para não concretizar o seu potencial, para quem tem dificuldade em entender a necessidade de superar as suas dificuldades, vejam o exemplo deste jovem!

Porque querer é poder, vale bem a pena ver este vídeo!


Primeira paragem: Atenas

Maio 18, 2009

Apesar de a notícia inicial apontar Espanha como o destino preferido de Jeremy Tyler, são da Grécia os dois primeiros clubes interessados e que se irão reunir com Sonny Vaccaro – este homem foi um dos grandes responsáveis pela vinda de Brandon Jennings para a Europa, bem como pelo patrocínio da marca Under Armour ao jovem base norte-americano. Agora é ele quem também lidera o processo de transferência do fenómeno do desporto de High School norte-americano para o basquetebol europeu.

Os velhos rivais de Atenas, Panathinaikos e Olympiacos, parecem estar interessados no poderoso Jeremy Tyler a quem é reconhecido potencial para se tornar num jogador da qualidade Kevin Garnett, mas a quem falta algum espírito de sacrifício e capacidade mental para conseguir ter uma carreira de sucesso ao mais alto nível. Talvez a transição feita através do basquetebol europeu ajude Jeremy Tyler a ter uma diferente perspectiva sobre o que tem de fazer para conseguir ser bem sucedido, e quão duro tem de treinar e jogar dia após dias, semana após semana, num espaço onde não terá o tratamento de estrela a que está habituado, e em que terá de se esforçar por merecer todos os segundos que estiver dentro de campo.

Além dos dois poderosos clubes gregos, também há equipas de Itália, Israel e Espanha a demonstrar interesse neste jogador de enorme potencial.


The Street Stops Here

Maio 12, 2009

A partir do slogan ‘All he had was Basketball. All they had was him.’ este filme dá-nos um olhar detalhado sobre o trabalho e a vida de Bob Hurley. Trabalhando num bairro pobre de Jersey City, Bob Hurley – para muitos, o melhor treinador de High School dos EUA – dá significado e esperança à vida de muitos jovens que assumem o compromisso e a responsabilidade de participar no programa que este treinador comanda há 36 anos na escola de St. Anthony.

Os jovens entram com muito pouco: apenas a vontade de ter uma vida melhor, e algum talento para o basquetebol. Bob Hurley dá-lhes o resto – de todos os jogadores que teve, apenas 2 não seguiram o trajecto estudantil para o nível seguinte, a Universidade. Apesar de todas as vitórias dentro de campo, e dos títulos conquistados tudo aquilo que os jovens conseguem alcançar fora dele é a vitória maior de Bob Hurley.

Fica também o exemplo para muitos dos clubes portugueses: com escassos recursos financeiros, a equipa da escola de St. Anthony consegue alcançar bons resultados. Trabalham com o pouco que têm, procuram alternativas que os leve a alcançar os seus objectivos. Neste trailer pode ver-se alguns atletas a fazer trabalho físico na cantina da escola! Elucidativo….


Em busca da felicidade

Janeiro 20, 2009

Elena Delle Donne tinha tudo para ser a grande próxima estrela do basquetebol feminino. Elena Delle Donne tinha a técnica individual, a coordenação, o lançamento, a ética de trabalho, a vontade de melhorar o seu jogo dia após dia. A versatilidade que o seu jogo assumia – a capacidade de jogar perto do cesto, ou atrás da linha de 3 pontos – originava comparações com Candace Paker. Diziam que Delle Donne podia ser ainda melhor!

Aos 7 anos de idade os pais contrataram um treinador para se dedicar exclusivamente a Elena Delle Donne, para que a, ainda criança, pudesse melhorar o seu jogo, para que pudesse tornar-se na melhor jogadora de basquetebol dos Estados Unidos. Para que pudesse tornar-se na melhor jogadora de basquetebol do Mundo. Com essa idade, Elena fazia parte de uma equipa de rapazes. Isto seria um dado normal…se os rapazes não tivessem 11 anos de idade! Tornou-se obcecada pelo treino, e a única coisa que parecia superar a sua apetência para o jogo, era a sua capacidade de superação e de dedicação ao treino – levantava-se às 6 da manhã para correr, e mais tarde fazia trabalho de força, levantando pesos.

Mas a especialização precoce costuma andar de mão dada com sérios riscos no desenvolvimento pessoal e social de qualquer criança. E em Elena Delle Donne, os efeitos dessa especialização precoce começaram a fazer-se sentir quando a talentosa jogadora tinha apenas 13 anos de idade!! Cansada de se comportar como uma jogadora profissional sem que daí recebesse contrapartidas financeiras, cansada de ver o jogo como uma obrigação e não como um prazer, Elena começou a perder o encanto pelo basquetebol. Começou a ver que as suas colegas de equipa se divertiam mais a jogar do que ela. Pensava que elas só podiam estar a fingir porque o basquetebol não era assim tão divertido e deleitante como as suas colegas transmitiam. Mas Elena Delle Donne continuava a ser a estrela da sua equipa, e não queria deixar ficar mal as suas amigas, as suas colegas. Por isso continuou a jogar, e a ganhar campeonatos, e a criar ilusões. Tentava recuperar o gosto pelo jogo, tentava voltar a gostar de algo que muito provavelmente iria ser a sua vida, o seu sustento. Elena tentava forçar a felicidade através do basquetebol, mas isso já há muito que se tinha perdido no caminho.

Tal como a jogadora que tinha como ídolo, Diana Taurasi, também Delle Donne escolheu a Universidade de Connecticut para continuar a sua carreira de jogadora. Pensava-se que ia seguir as pegadas de Taurasi, pensava-se que ia ter uma carreira de sucesso na prestigiada Universidade de Connecticut e que daí seguiria viagem para a WNBA onde seria uma das principais imagens da competição. Pensava-se que também ela seria campeã na NCAA, e depois na WNBA. Pensava-se…

A carreira de Elena Delle Donne na Universidade de Connecticut demorou 48 horas.

Elena Delle Donne

A jogadora reconheceu que não sentia a paixão e a vontade necessária para jogar basquetebol ao mais alto nível. Dizia que não estava preparada e que não iria continuar a fingir que gostava do jogo. Esta decisão chocou toda uma nação apaixonada pelo basquetebol, mas principalmente os pais de Elena, bem como o seu treinador das Connecticut Huskies, Geno Auriema. Auriema não conseguiu compreender a decisão de Delle Donne, e deu-lhe algum tempo para ela definir as suas prioridades e a sua vida. A decisão de abandonar o basquetebol manteve-se, e a jogadora disse que não estava à espera que ninguém conseguisse compreender a sua decisão. Só ela sabia o que estava a passar. Só ela sabia que não conseguia nem queria continuar.

Elena Delle Done abandonou o basquetebol para tentar recuperar a alegria que lhe faltava na sua vida. Encontrou-a no voleibol. Mudou de Universidade, mudou de desporto. Agora, estuda na Universidade de Delaware a 20 minutos de sua casa, joga volley na equipa universitária, os seus jogos têm menos de 500 pessoas nas bancadas (em contraste com as mais de 10.000 que teria se continuasse a jogar pela UConn), não tem a ESPN ou outras cadeias televisivas a segui-la. Agora, Elena Delle Done é feliz!

Além disso, por estar mais perto de casa, Elena pode conviver mais com uma das pessoas que mais e melhor a tem influenciado ao longo dos seus 19 anos de vida – a irmã Elizabeth, de 24 anos, que nasceu surda, muda e que tem parelesia cerebral.

Um regresso ao basquetebol não está posto de parte, e mesmo a Universidade de Connecticut receberia de volta o imenso talento desta ex-jogadora de basquetebol. Mas para já Delle Done mantém-se afastada do jogo, e nem na televisão tem visto jogos, a não ser aqueles em que participam amigos seus. De resto, a bola castanha tem-se mantido longe das suas mãos e a única pressão que o seu pai diz que vai exercer será durante a Final Four da NCAA, na qual será quase certo que estará a equipa em que Elena Delle Donne poderia estar a jogar, as Connecticut Huskies. Se as Huskies ganharem e Elena não sentir qualquer ponta de tristeza por não estar a celebrar com o treinador Geno Auriema, o seu pai saberá que a filha fez a escolha certa.

Realmente, é uma pena quando pessoas não conseguem ou não aproveitam o talento que têm para certas actividades. Mas, ninguém pode ser julgado ou acusado por não querer fazer a actividade para a qual tem um talento acima da média. A procura da felicidade pessoal, o bem-estar de cada um deverá ser sempre o principal objectivo e a principal recompensa. Se não se gosta do que se faz, algo não está bem, algo deve ser alterado. Elena Delle Donne teve a coragem de o fazer, pondo uma vez mais a nu, todos os problemas inerentes à especialização precoce e à ‘profissionalização’ do desporto juvenil e infantil.


A irmandade está de volta – Parte 4

Outubro 24, 2008

E é em Boston que acaba a saga de 2008 da Adidas. Na cidade dos actuais campeões da NBA, Kevin Garnett tenta explicar o que é a mística, e o que representa ser adorado por uma cidade inteira.

Boston is a Brotherhood.


A irmandade está de volta – Parte 3

Outubro 24, 2008

Washington D.C. -> Orlando -> Houston. Assim segue a viagem dos jovens que vão aprendendo com as figuras de proa da Adidas no que ao basquetebol diz respeito.

No Texas, é a vez de T-Mac e Tim Duncan acolherem o grupo de jovens jogadores que  agora se vão juntar a três asiáticos e disputar assim o derby do Texas: Houston Rockets vs S.A. Spurs – A Brotherhood Shines.


A irmandade está de volta – Parte 2

Outubro 23, 2008

Depois de terem sido escolhidos por Gilbert Arenas, depois de terem aprendido a ‘criar’ para melhorar o colectivo, a viagem segue agora para Orlando onde Dwight Howard dá continuidade ao que G. Arenas começou!

Command for your Brotherhood!


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