Monarquia chega ao fim

Novembro 21, 2009

Ao que parece, as Sacramento Monarchs chegaram aos seus últimos dias, e já nem irão competir na próxima temporada. Segundo consta, os proprietários da equipa, os irmãos Maloof, preferem apostar somente na equipa masculina de Sac-Town: os Sacramento Kings.

Ticha Penicheiro poderá continuar a formar equipa com as suas colegas, mas noutra cidade que não Sacramento. A base da Figueira da Foz também poderá dar outro rumo à sua carreira, procurando uma nova equipa para jogar.


Lisa Leslie: o fim de uma carreira de glória

Setembro 30, 2009

Terminou a carreira de um dos maiores ícones do basquetebol feminino! Aos 37 anos de idade, Lisa Leslie abandonou as competições oficiais de basquetebol, deixando para trás um legado ao alcance de poucos atletas.

A sua influência no jogo vai para além dos 2 títulos de Campeã da WNBA, ou dos 3 troféus de MVP que conquistou na mesma Liga. Lisa Leslie foi uma das grandes referências da WNBA durante os 11 anos em que competiu ao serviço das Los Angeles Sparks, ajudando a equipa a conseguir os seus dois primeiros, e até agora únicos, títulos de campeãs.

Estando nas Los Angeles Sparks desde a primeira temporada oficial da WNBA, em 1997, Lisa Leslie tornou-se numa das mais reconhecidas atletas no que ao desporto feminino diz respeito. Para isso muito contribuíram as 4 medalhas de Ouro Olímpicas que a jogadora norte-americana, nascida na Califórnia, conquistou ao longo da sua carreira – Leslie tornou-se na primeira atleta a conseguir conquistar 4 medalhas de Ouro consecutivas, em modalidades colectivas nos Jogos Olímpicos. Será que mais alguma atleta conseguirá repetir este feito?

O facto de ter sido a primeira atleta a conseguir na mesma época os títulos de MVP da Fase Regular, All-Star Game e ainda das Finais da WNBA também contribuíram para o sucesso e para o crescente respeito que Leslie foi conquistando no desporto feminino. Além disso, há ainda o momento inolvidável, considerado pelos adeptos da WNBA como o ‘Melhor Momento’ da primeira década da referida competição: quando num contra-ataque frente à equipa de Miami, Lisa Leslie subiu bem alto, protagonizando o primeiro afundanço da história das competições profissionais de basquetebol feminino – conseguiu assim um feito que até ao momento pareceu estar apenas ao alcance dos atletas masculinos.

Esse momento ficou guardado na memória de todos os adeptos de desporto, e até aqueles pouco familiarizados com o basquetebol feminino ou com o desporto feminino indicarão Lisa Leslie como uma das grandes protagonistas da história do desporto feminino.


Lisa Leslie – de sucesso em sucesso

Setembro 28, 2009

Prometemos para breve um texto sobre Lisa Leslie, uma das melhores jogadoras da história do basquetebol feminino mundial. Para já, fica este vídeo.


Um mês e meio depois…

Julho 7, 2009

Acontece regularmente no basquetebol feminino, jogadoras terem de interromper a sua carreira pelo desejo, ou pela surpresa de serem mães. Candace Parker foi a 5ª jogadora das Los Angeles Sparks a cumprir esse desígnio e a ter de interromper temporariamente a sua carreira para se dedicar à maternidade.

Mas apenas um mês e meio depois do nascimento de Lailaa, uma das melhores jogadoras de basquetebol do Mundo – MVP e Rookie do Ano na sua temporada de estreia na WNBA – está de volta aos pavilhões, tendo já treinado e jogado pela sua equipa, as Los Angeles Sparks. O jogo de estreia foi contra a forte equipa das Phoenix Mercury, e CP3 acabou o jogo com 6 pontos e 4 derrotas.

Foi um regresso algo inesperado já que passou pouco tempo desde que a sua filha nasceu, mas a vontade de jogar e de competir fez com que Candace Parker voltasse ao pavilhão, voltasse a treinar e a jogar ao lado das suas colegas de equipa. Aliás, além de poder continuar a evoluir no campo, poderá também aprender com os conselhos que algumas das suas colegas lhe poderão dar sobre ’ser mãe’, nomeadamente a veterana Lisa Leslie que já viveu idêntica situação.


A ternura dos 50

Julho 27, 2008

Nancy Lieberman. 50 anos. Por um jogo foi base das Detroit Shock.

9 minutos em campo frente às Houston Comets. 2 assistências.

As Shock perderam o jogo por 79-61, mas o momento alto da noite aconteceu quando Nancy Lieberman fez um ‘no-look pass’ para Olayinka Sanni concretizar dois pontos.

Após o jogo Lieberman disse “I had a great time. It was very historic to be able to do that.” e acrescentou algo bastante interessante e que muitos dos novos jogadores deviam aprender a respeitar ”I think I’ll be able to pass when I’m in a wheelchair. Hopefully, that won’t be too soon. But I’ve always been able to pass, and it’s fun to make people better.


Entre mulher e mulher não se mete a colher

Julho 27, 2008

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Detroit parece ser uma cidade fadada para confrontos físicos pouco relacionados com o basquetebol. 3 anos e 8 meses depois de Ron Artest ter mostrado as suas habilidades em subir bancadas para aconchegar um adepto dos Pistons, coube desta vez a Plenette Pierson, jogadora das Detroit Shock, a arte de iniciar uma batalha contra as suas adversárias das L.A. Sparks, sendo Candace Parker a vítima principal.

Desta batalha campal resultaram castigos para o treinador adjunto Rick Mahorn (na foto a oferecer a Lisa Leslie uma viagem ao piso do Palace) e para 10 jogadoras, sendo Plenette Pierson a que recebeu maiores honras por parte da Comissão da WNBA – suspensa 4 jogos por ter iniciado os conflitos entre jogadoras. De entre os restantes castigos, é interessante reparar que uma jogadora que tenha dado um murro e uma jogadora que tenha saído dos limites da área do banco durante os confrontos são castigadas de igual forma – 1 jogo de multa. Regulamentos…

No entanto, pior que os castigos às 10 jogadoras (5 das Detroit Shock, 5 das L.A. Sparks) e ao adjunto de Detroit, foi o castigo que recebeu Cheryl Ford por ter tentando separar as suas colegas de equipa das jogadoras das Sparks: uma lesão no seu joelho esquerdo que a vai impedir de competir até ao final da Fase Regular. A filha de Karl Malone tentou serenar os ânimos e em troca recebe uma grave lesão…


WNBA sai à rua

Julho 18, 2008

Como se poderá tentar ganhar mais adeptos para um determinado desporto, ou para uma vertente de um determinado desporto? Como chamar a atenção das pessoas para um desporto que quer mais espectadores? Como colocar 18.000 pessoas a assistir ao vivo a um jogo da Fase Regular da WNBA? Como colocar milhares de pessoas a seguir o jogo pela televisão e pela web?

Inovação. Originalidade. Promoção. Iniciativa.

Pela primeira vez na história da WNBA irá ser disputado um jogo num recinto ao ar livre: no dia 19 de Julho as New York Liberty irão defrontar as Indiana Fever no mítico estádio Artur Ashe no qual se disputa o US Open em ténis. Pela primeira vez o estádio Artur Ashe vai receber uma partida de outra modalidade sem ser ténis.

A expectativa em torno deste jogo é grande, os patrocinadores estão a apostar forte no Outdoor Classic e a WNBA ameaça ganhar mais adeptos. Assim se promove desporto! Nós por cá, sem imitar, bem que podíamos tirar umas notas e aprender com quem sabe…


CP3 – A versão feminina

Maio 21, 2008

CP3Há uns tempos atrás, num dos primeiros textos do Seis25 demos a conhecer algumas senhoras capazes de ‘afundar’.

Entre elas estava o nome de Candace Parker, então a jogar na Universidade do Tennessee – uma das mais conceituadas Universidades do basquetebol feminino nos Estados Unidos da América. Ela que diz ter afundado pela primeira vez quando tinha 14 anos, acrescenta que o conseguiu fazer antes dos seus irmãos (de entre os quais se destaca outro jogador profissional, Anthony Parker – actualmente nos Toronto Raptors, depois de passagem pela Europa).

Já nessa altura, mais propriamente em 17 de Agosto de 2007, dissemos que Candace Parker, também conhecida por CP3 (não confundir com Chris Paul), caminhava seguramente para a WNBA. E esse foi um vaticínio fácil de fazer, já que Candace era a grande estrela da NCAA e já uma das principais figuras da Selecção Nacional dos Estados Unidos.

Sendo uma das principais figuras do basquetebol feminino, a sua popularidade aumentava consideravelmente, e o interesse dos meios de comunicação em Candace Parker era crescente!

Agora, a rapariga está a defender as cores das L.A. Sparks, equipa que a escolheu na primeira posição do Draft de 2008, e logo na noite em que se estreou em jogos oficiais ao serviço das Sparks, Candace Parker deu a conhecer um bocadinho do que tem para dar: em 39 minutos de utilização somou 34 pontos, 12 ressaltos e 8 assistências. Nada mau para estreia….

PS – Serei o único a pensar que não vai ser só no campo de basket que a CP3 vai ter sucesso….?


Dia Internacional da Mulher

Março 8, 2008

No Dia Internacional da Mulher, aqui fica um vídeo daquela que é apontada por muitos como a melhor jogadora da actualidade. Alguns dizem ser a Michael Jordan do basquetebol feminino. Para já, conseguiu vencer 3 títulos universitários, 1 torneio olímpico e 1 título da NBA.

Eis Diana Taurasi!

  


Os anéis vão para Phoenix

Setembro 18, 2007

Phoenix MercuryPela primeira vez na história da WNBA, as Phoenix Mercury sagraram-se campeãs! Pela primeira vez na história da WNBA uma equipa sagrou-se campeã ‘fora de portas’.

O feito das Mercury merece ainda mais realce, se constatarmos que na última época nem aos Playoff foram. Aliás, desde 2000 que a equipa do Arizona não atingia a segunda fase da competição! No entanto, este ano tudo foi diferente: a equipa conseguiu fazer valer o seu tremendo potencial ofensivo – lideradas por Diana Taurasi, Penny Taylor e Cappie Pondexter – mostrando que afinal, o ataque também ganha campeonatos, e mostraram a sua superioridade durante a Fase Regular, e também durante os Playoff, onde na final derrotaram as campeãs em título, as Detroit Shock.

No último jogo, à imagem do que acontecera nos restantes jogos destas Finals, não foi Diana Taurasi a assumir o protagonismo. Ela que era vista como a imagem das Phoenix Mercury, e uma das principais referências do basquetebol norte-americano, viu a sua colega de equipa Cappie Pondexter a marcar ponto atrás de ponto, até conduzir as Mercury ao título. Pondexter foi assim eleita como a MVP das Finals, prémio mais do que merecido pelo seu desempenho nestes cinco jogos.

Para a história fica o primeiro título da equipa de Phoenix, e quem sabe, a primeira grande aparição de um trio de jogadoras que pode marcar o futuro próximo da WNBA: Taurasi, Taylor e Pondexter.


Detroit Shock-Phoenix Mercury, jogo 5

Setembro 15, 2007

No Domingo, quando quase todo o mundo do basquetebol andar de olhos postos na final do Eurobasket (que principia às 20h30), disputar-se-á o jogo 5 das finais da WNBA. O jogo, refira-se, não terá direito a transmissão em directo (começa às 21h30, hora portuguesa) mas poderá ser acompanhado na SportTv2, em diferido, a partir das 23h50.

Muitos apontam a liga americana como a melhor do mundo ainda que as ligas russa e australiana possam bater-se igualmente por essa distinção. A WNBA, com todo o seu mediatismo, tem conquistado um espaço importante. No Domingo, enfrentar-se-ão as Detroit Shock e as Phoenix Mercury no jogo 5 das finais da competição. Até agora, os resultados foram estes:

Detroit 108 , Phoenix 100 Box Score Vídeo do Jogo(carregar no play)

Detroit 70, Phoenix 98 Box Score Vídeo do Jogo(carregar no play)

Phoenix 83, Detroit 88 Box Score Vídeo do Jogo(carregar no play)

Phoenix 77,Detroit 76 Box Score Vídeo do Jogo(carregar no play)

Deanna Nolan, a MVP de 2006, é a voz de comando das Shock, acompanhada por Katie Smith (na imagem) e Plenette Pierson. Do outro lado estará a empolgante Diana Taurasi com Penny Taylor, Cappie Pondexter(na imagem de cima) e ainda Tangela Smith. Quem ficará com o ceptro?

ps -Como sabem, a WNBA é uma competição bastante jovem. Existe há dez anos apenas. As Detroit ganharam dois campeonatos, em 2003 e 2006, as Phoenix apenas por uma vez chegaram às finais, em 1998.