O estado da nação

Outubro 30, 2007

O estado do basket nacional em muito se assemelha ao estado de Portugal. Entidades com a corda no pescoço, bolsos vazios, credibilidade a ir pelo cano abaixo, críticas a chover de todos os lados, aumento de notoriedade daqueles que se deveriam manter na penúmbra e a tal luz ao fundo do túnel cada vez mais distante.

Eu ainda sou do tempo em que os principais protagonistas, da modalidade que adoro, eram os jogadores. Eu ainda sou do tempo em que nos cafés se comentava ‘Uma das coisas boas do basket é que os adeptos nem sabem os nomes dos presidentes, ou directores. Sabem os nomes dos que proporcionam o espectáculo. Sabem o nome dos jogadores’.

Esse tempo, infelizmente, já lá vai, e os homens que deveriam manter-se nos bastidores surgem muitas vezes sob as luzes da ribalta. De entre esses inúmeros protagonistas, no último ano destacam-se claramente dois “grandes” intervenientes: Mário Saldanha e Paulo Mamede. Nada mais nada menos que os presidentes das duas principais instituições do basquetebol português. Aqueles que supostamente deveriam trabalhar para fazer evoluir o basket nacional são protagonistas pelas piores razões, apesar de nenhum dos dois parecer ter noção disso mesmo.

Já perdi a conta ao número de vezes que cada um surgiu em cena a vangloriar o seu trabalho, a criticar o outro, a defender a sua dama de uma forma que, apenas aos próprios, parece a melhor, a mais correcta. A juntar a estes dirigentes, surgem depois outros responsáveis de clubes a atiçar mais o fogo – nomeadamente os dirigentes do SLBenfica e do FCPorto, curiosamente os dois emblemas futeboleiros.

No entanto, quer Saldanha quer Mamede conseguiram ser consensuais no que toca a um aspecto muito particular: fechar os olhos às irregularidades de algumas equipas. Nomeadamente Queluz, Seixal e Lusitânia.

LusitaniaNo caso do Lusitânia os responsáveis da Liga dizem que foi tudo regular e legal, e que a Liga UZO começou de uma forma legal. O que poderão questionar é a “legalidade moral”. Mas o que conta isso? O Lusitânia até pode dever dinheiro ao plantel inteiro, mas desde que consiga encontrar no Regulamento uma pequena lacuna que possa aproveitar em seu favor, então está tudo bem. Afinal de contas, estamos em Portugal e quem consegue contornar a Lei é que é Rei. E para Mamede é melhor atacar a FPB e criticar os aliciamentos a Benfica e Queluz do que resolver os seus próprios problemas.

Quanto ao caso do Queluz…bem, nem sei por onde começar, tamanha a confusão. Ora trocam de nome para poderem participar na Liga (e até aqui tudo bem, segundo Mamede), ora se mudam para a Proliga e voltam ao nome original sem que alguém os obrigue a pagar todas as dívidas acumuladas nos últimos anos (e aqui volta o ‘ai Jesus’ e nem sei como a FPB permite tal crime)! E pelos vistos, são mais do que muitas…

O Seixal há muito arredado das principais competições depois de ter, finalmente, concluído que não tinha condições para o profissionalismo, volta agora à Proliga. No entanto, enquanto viajava pelo maravilhoso mundo da web, descobri no blogue do Prof. que afinal o clube da região de Setúbal ainda lhe deve dinheiro, sendo que essa dívida é do conhecimento da FPB – assim, trata-se de mais uma inscrição “irregular”, mas Saldanha nem sequer fala disso. Prefere falar da Liga moribunda…

OvarMas calma, nem tudo é grave. Mamede continua a pensar que Portugal tem condições mais do que suficientes para uma Liga Profissional competitiva (pergunto, dos 8 clubes participantes, quantos são profissionais?!?), e não se cansa de referir o crescimento espectacular da Liga no último ano, o aumento de audiências, o número de pessoas nos pavilhões, o número de jogadores portugueses. Espectacular de facto! Mas está a falar de que pavilhões? O de Ovar, o de Matosinhos e o da Luz! Certo? Ou está a falar do da Figueira, sempre deserto, do da Madeira, quase sempre às moscas ou ainda do de Belém que infelizmente esvaziou nas últimas épocas? Entretanto, tem levado negas dos clubes da Proliga que conquistam o direito desportivo de subir à Liga UZO – como foram os casos do Sampaense, Vit. Guimarães e Esgueira nas duas últimas épocas. Lá devem ser clubes com dirigentes realistas e que preferem manter os clubes a funcionar do que levá-los à pseudo-ribalta para que passado dois anos tenham de fechar as portas.

PortugalPor outro lado, Saldanha refuta a ideia de que o crescimento do número de praticantes de basquetebol em Portugal seja cada vez menor. Defende que o Compal Air põe milhares de adolescentes a jogar basket. Pergunto, há algum registo que comprove quantos dos participantes no Compal Air não sejam atletas federados? E quantos passaram a ser federados depois de terem participado no Compal Air? É esta a grande campanha da Federação? Não consegue aprender nada com outras modalidades, nomeadamente com o rugby que tão bem aproveitou a participação histórica numa grande competição? Como potenciou a FPB a excelente participação da selecção no Euro2007? Não consegue seduzir os media a dar mais atenção à nossa modalidade? Não estranha as constantes queixas dos clubes da Proliga quando dizem que a FPB nada, ou quase nada faz para promover esta competição? Mas calma, que agora está cá o Benfica e o trabalho da FPB fica facilitado porque os jornais até começam a dar alguma atenção à Proliga. E claro que isto é mérito da FPB e não da ‘força’ que o Benfica tem…

Acho que é tempo de o protagonismo voltar aos jogadores. É tempo de os agentes dos bastidores se ficarem por aí, e devolverem ao público o espectáculo do basket. E para isso, é importante darem sinais de credibilidade, e é fundamental que em vez de estarem de costas voltas uns para os outros, sintam que somos poucos para ajudar e que se cada um puxa para o seu lado, o basket em Portugal nunca mais sai do estado de hibernação.


Samuel Lóio – a entrevista

Outubro 29, 2007

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Depois da entrevista à Cátia Lírio, damos agora a conhecer um pouco mais o jovem jogador do Esgueira, Samuel Lóio. Aos 17 anos era já o base titular do Esgueira OLI, e nesta sua terceira época é uma das principais figuras desta jovem equipa.Nesta entrevista mostra a ambição natural de um jovem, amparada por uma clara noção da realidade do basquetebol em Portugal.

Fizeste a tua estreia na Proliga quando tinhas apenas 16 anos. Tem algum significado especial para ti seres um dos jogadores mais jovens de sempre, se não o mais jovem de todos, a estrear-se nesta competição?

Sim, claro. Nunca pensei ir para a equipa sénior do Esgueira com 16 anos. Ainda para mais para uma equipa que tinha um plantel muito forte. E se fui mesmo o mais novo de sempre a ir para a Proliga então, fico muito orgulhoso.

Nestas duas primeiras épocas sentias que os bases adversários te pressionavam por saberem que eras mais novo? Se sim, como lidaste com isso?

Sem dúvida. Acho que até houve bases, principalmente na segunda época, que de certa maneira me subestimaram por eu ser mais novo. Na primeira época não tive muito tempo de jogo, e então não notei tanto isso.

Na época 2005/06 fizeste alguns jogos pela equipa principal, mas grande parte da temporada alinhaste pela equipa de Séniores B do Esgueira. Quando começou a época 2006/07 assumiste-te como titular na equipa principal do Esgueira. Na altura, vocês eram os vice-campeões e uma das melhores equipas da competição. Este aumentar significativo de responsabilidades condicionou a tua forma de jogar?

Acho que este aumento de responsabilidade me fez reflectir bem e aumentar os meus índices de concentração. Senti alguma pressão adicional, principalmente desde que ficamos apenas comigo para a posição de base e com o Jomané apenas de vez em quando. Esta situação levou-me a ter mais tempo de jogo, coisa que de modo algum eu imaginava no início da época mas que sem duvida me tornou mais maduro dentro de campo. Assim acho que esta responsabilidade acrescida não condicionou, pelo menos de forma negativa, a minha forma de jogar, ajudando-me a crescer tacticamente.

Ter na equipa um base muito experiente, e que além disso é uma das referências do Esgueira, como é o Jomané ajudou ao teu desenvolvimento? E ter como treinador o Prof. Carlos Gouveia, conhecido por apostar em jovens jogadores, também foi uma forte ajuda? Reconheces que a experiência deles, por vezes facilitava o teu ‘trabalho’?

Sem dúvida. O Jomané ajudou-me muito. Acho que foi uma sorte e um privilégio fazer parte da mesma equipa que ele e acho que todos os jogadores novos que tenham em vista um futuro no basquetebol deviam ter um “Jomané” na equipa porque sem duvida que se iriam tornar melhores jogadores. O Prof. Carlos Gouveia foi o treinador que apostou em mim e a ele lhe devo as minhas últimas 2 épocas. Não pensei estar na equipa sénior tão cedo mas o Prof. acreditou em mim e a experiencia toda que ele tem no basquetebol foi uma grande ajuda no meu desenvolvimento como jogador. Tanto um como outro facilitaram-me o trabalho dando-me regularmente dicas, ajudas, conselhos essenciais para a minha performance e para a minha evolução como jogador e como pessoa.

Samuel Loio

No teu primeiro ano de sénior o Esgueira chegou à final da Proliga. No segundo ano, chegaram às meias-finais. De jogo para jogo, havia cada vez mais público nas bancadas, sendo que em alguns jogos o pavilhão estava mesmo cheio. Este aumento de notoriedade aliado às tuas prestações dentro de campo faz-te sentir referência para os jogadores mais novos do clube?

Bem, esta é uma pergunta difícil. Fico muito contente se alguns jogadores mais novos do clube me virem como uma referência, mas não me sinto como tal. Acho que ainda sou muito novo e como tal ainda tenho muito para aprender, e as referencias que esses jovens como eu devem ter são os grandes jogadores, que são mundialmente conhecidos devido a qualidade do seu jogo.

Nesta última época representaste a selecção nacional Sub18 no Campeonato da Europa. Para a época que está agora a começar, ser convocado para os Sub20 é um objectivo pessoal? Ou o teu pensamento está centrado em ajudar o teu clube a alcançar os seus objectivos?

Nesta última época também fui chamado a um estágio dos Sub 20 e por isso sem dúvida que um dos meus objectivos para esta época é voltar a merecer a confiança do seleccionador, mas acho que apesar da chamada a selecção ser um objectivo o facto de ser ou não chamado não vai condicionar de maneira nenhuma o meu papel no meu clube e espero conseguir ajudar a equipa a alcançar os objectivos propostos para esta época.

Para ti, é mais difícil jogar na Proliga ou num Europeu de Sub18?

Num Europeu de Sub 18. Em primeiro lugar porque a pressão é muito grande, depois porque não tenho tanta liberdade para jogar como tenho na Proliga e por último porque os bases num Europeu em regra, apesar de serem menos fortes fisicamente que um base na Proliga, defendem com muita mais pressão.

Este ano, com os estágios da selecção e os treinos e jogos no Esgueira, conseguiste conciliar bem os estudos com o basquetebol?

Consegui. Nem sempre foi fácil e até tive que faltar a alguns exames por causa dos estágios. Mas acho que tive um bom desempenho tanto nas actividades desportivas (Esgueira e Selecção) como na Universidade. Com um pouco de esforço tudo se consegue e se para atingirmos os nossos objectivos temos de batalhar e passar por alguns sacrifícios.

Quais os teus objectivos no basquetebol?

Chegar a uma equipa profissional. Se possível no estrangeiro uma vez que o basquetebol em Portugal está cada dia pior. Tenho noção que não vai ser nada fácil e talvez seja mesmo impossível mas vou lutar para atingir os meus objectivos.

Para terminar, lembraste de algum conselho dado por alguém (pais, treinador, colega, dirigente, etc) que aches importante deixar aos jogadores que se estão a iniciar nesta modalidade?

Sim. O primeiro conselho que me deram foi que é essencial ser sempre muito humilde em tudo aquilo que fazemos para que consigamos ter sucesso, e quem me deu esse conselho foi o meu antigo treinador Carlos Bio. Outro conselho que é importante e que foi sempre o que os meus pais me disseram é que os estudos têm que estar sempre em primeiro lugar.


E o pavilhão veio abaixo… (II)

Outubro 26, 2007

Também na primeira jornada da Euroliga, os adeptos do Panathinaikos deram o espectáculo do costume. Qual o jogador que não adorava jogar num pavilhão com um ambiente destes?


E o pavilhão veio a baixo…

Outubro 26, 2007

Os adeptos do Partizan a darem espectáculo no jogo da primeira jornada da Euroliga, em que os sérvios ganharam ao Barcelona:


NCAA – o espectáculo vai começar

Outubro 25, 2007

Sou um pouco suspeito para escrever um texto sobre a NCAA, o Campeonato Universitário Norte-americano. Confesso que é uma das minhas competições preferidas, por isso, é natural que seja um pouco tendencioso nas palavras que se seguem. Mas vou tentar manter a coerência…

Tar HeelsApesar das minhas preferências pessoais, acho que é consensual que se trata de um campeonato espectacular e de um tipo de basket bastante agradável de se seguir, sempre jogado a um elevado ritmo fruto da excelente preparação física e também da constante rotação de jogadores que os treinadores levam a cabo durante os jogos. É bastante admirado -por adeptos, treinadores, comentadores, etc – porque ao atleticismo existente junta conceitos técnicos e tácticos que culminam num jogo de basket ‘autêntico’. As transicções são feitas a um ritmo muito elevado, e as alternâncias defensivas são uma constante: ora HxH, Zona, Pressão campo inteiro, Zona Press, e por aí fora dependendo dos jogos e dos adversários. O jogo tem a duração de 40 minutos divididos em duas partes de 20 minutos. O tempo de ataque de cada equipa é de 35 segundos, o que contradiz aqueles que defendiam a redução do tempo de ataque para que o jogo se tornasse mais rápido.

A competição começa em Novembro e termina no fim-de-semana de 5 a 7 de Abril de 2008. Nesse fim-de-semana realizar-se-á em San Antonio um dos eventos desportivos do ano nas terras do Tio Sam: a famosa Final Four da NCAA! Acompanhada por milhões de pessoas, é na Final Four que todas as equipas querem estar. No entanto, das mais de 300 equipas que começam a época regular, ‘apenas’ 64 entram na loucura do March Madness. Essas 64 equipas estão divididas em 4 poules de 16 equipas, e jogam a eliminar até que seja apurado o vencedor de cada poule, que garantirá assim o seu lugar na Final Four. Mais lá para a frente, daremos mais atenção ao March Madness! Por agora, acrescentamos só que o nome se enquadra na perfeição com aquela fase do campeonato, onde nunca faltam emoção, grandes surpresas e muita festa.

KentuckyNo entanto, a festa e a euforia não aparecem só em Março e Abril. Começa logo no início da época. Só para terem uma pequena noção, na noite de apresentação da equipa de Kentucky – denominada Big Blue Madness – estavam no pavilhão 23.313 pessoas para acompanhar de perto os seus jogadores e o primeiro treino que iriam efectuar no Campus. A euforia vivida à volta da equipa de Kentucky e do seu novo treinador – Billy Gillispie – é tanta, que para o Big Blue Madness, os fãs acamparam durante vários dias no Campus Universitário para conseguirem comprar o ingresso.

Pelos vistos, nem as recentes polémicas acerca de irregularidades no acto de convencer alguns atletas a integrarem os programas desportivos de algumas das mais importantes Universidades abalaram a popularidade e a incrível envolvência das pessoas em relação ao basquetebol universitário. No primeiro treino dos Tar Heels, a equipa de North Carolina, estiveram cerca de 6.000 pessoas para assistir ao ‘Late Night Show with Roy Williams’ que incluiu a apresentação da equipa e um primeiro treino para delírio dos fãs. E a Universidade de North Carolina, por onde já passaram algumas das maiores estrelas do basquetebol mundial, foi uma das envolvidas na tal polémica.

Florida GatorsNos dois últimos anos a competição foi dominada pelos Gators da U.Florida, treinados por Billy Donovan. No entanto, a excelente equipa separou-se, com vários jogadores a ingressarem na NBA (Al Horford, Corey Brewer – MVP da Final Four, Joakim Noah, Taurean Green), e agora restam os jovens menos utilizados na última época e algumas promessas vindas do High School. O treinador Billy Donovan – que chegou a ser treinador dos Orlando Magic, durante menos de uma semana – tem agora o papel de tentar reconstruir uma grande equipa que volte a fazer dos Gators uma das melhores equipas da NCAA.

Este ano, há 6 ou 7 equipas apontadas como favoritas: North Carolina, Memphis, Georgetown, Louisville, Kansas, UCLA e Michigan State. Mas num campeonato tão longo e sempre cheio de surpresas, tudo pode acontecer. Vão estando atentos, que regularmente vamos tentando colocar aqui alguma informação sobre este espectacular campeonato.

Nota: Caso estejam interessados em assistir ao vivo à Final Four da NCAA, poderão reservar os vossos bilhetes, mas só para a edição de 2009. É que os bilhetes para a Final Four desta época, a realizar em Abril de 2008, já estão esgotados há algum tempo…


Separados à nascença

Outubro 23, 2007

Neste novo espaço no Seis25, iremos mostrar jogadores, treinadores e outros intervenientes do basket que, por um motivo ou outro, tenham sido afastados dos seus “irmãos gémeos”. Quem encontrar mais “irmãos” por esses campeonatos fora, pode deixar um comentário com a sua sugestão, que posteriormente colocaremos online.


Os candidatos do costume com muito jogo até Madrid

Outubro 22, 2007

Ai está a maior competição de clubes europeus de Basquetebol. Com o habitual formato alargado que permite bastantes jogos, a EUROLIGA inicia-se hoje e só terminará em Maio no Palácio dos Desportos de Madrid. Os candidatos de sempre – Panathinaikos, Maccabi, CSKA Moscovo, Barcelona, Unicaja, Tau Ceramica, Olympiacos,Real Madrid.. – vão esgrimir argumentos durante muitos meses de competição. Primeiro, 24 equipas divididas em 3 grupos de 8 vão lutar por um dos 16 lugares na fase seguinte da competição (passam os primeiros cinco de cada grupo mais o melhor sexto). Numa segunda fase, em Fevereiro, as 16 equipas qualificadas agrupam-se em 4 grupos de 4 e disputam entre si uma nova poule. Apuram-se para os 1/4 Final os dois primeiros de cada grupo. Posteriormente, os vencedores dos 1/4 final (que são disputados à melhor de três jogos) qualificam-se para a já mítica FINAL FOUR, onde meias-finais a eliminar, decidirão os finalistas.

O Panathinaikos, a equipa com mais títulos nos últimos dez anos (3), defenderá o título que conquistou o ano passado numa final frente ao CSKA, a equipa que havia vencido a competição em 2005/06. Precisamente na última década, as equipas que mais finais atingiram foram o Maccabi (5) , o Panathinaikos (4) e o Bologna (4). Este ano participam de Espanha o Barcelona, o Real Madrid, o Unicaja e o Tau Cerâmica, de Itália o Milano, o Roma, o Siena e o Bologna, da Grécia o Olympiacos, o Panathinaikos, o AEK e o Aris, da Polónia o Prokom Sopot, da Rússia o CSKA Moscovo, da Turquia o Fenerbahce e o Efes Pilsen de Israel o Maccabi, da Alemanha o Brose Baskets, da França o Chorale Roanne e o Le Mans, da Croácia o Cibona, da Sérvia o Partizan, da Lituânia o Lietuvos Rytas e o Zalgiris e da Eslovénia o Union Olimpija

A EUROLIGA principiou esta noite, com o embate entre os campeões polacos do Prokom Sopot e os russos do CSKA de Moscovo. O calendário da 1ªJornada:

Segunda   Prokom-CSKA Moscovo 69-88 (Gr A)

Quarta    Siena-Union Olimpja , Bologna-Zalgiris (Gr A) ; Cibona-Efes Pilsen , Aris-Unicaja (Gr B); Panathinaikos-Roma , Partizan-Barcelona (Gr C)

Quinta  Olympiacos-Tau Ceramica (Gr A) ; Milão-Lietuvos Rytas , Maccabi-Le Mans (Gr B) ; Fenerbahce-Real Madrid , Brose Baskets- Chorale Roanne (Gr C)