aFinal havia outra

Maio 31, 2009

Dwight Howard não gostou deste anúncio comercial da Nike. Sentiu que era uma falta de respeito pelas restantes equipas ainda em competição, leia-se Denver Nuggets e Orlando Magic. Sentiu que a Final desejada seria entre LA Lakers e Cleveland Cavaliers, entre Kobe Bryant e Lebron James. Mesmo com os seus Magic a controlar por completo a equipa de Cleveland ao longo da Final de Conferência Este, todos sentiam que a Final esperada seria entre a equipa dos Lakers e a dos Cavs.

Mas ao contrário das expectativas, a equipa de Lebron James ficou pelo caminho – e parece que a super-estrela saiu amuadinha – e a Final de 2009 da NBA será entre Los Angeles Lakers e Orlando Magic. Numa altura do ano em que estes estados se enchem de turistas, um duelo entre Califórnia e Flórida irá aumentar ainda mais a temperatura.

Os Orlando Magic voltam a uma Final da NBA, os LA Lakers vão para a 30ª final da sua longa história. Dwight Howard e os seus colegas de equipa conseguiram encontrar nos anúncios comerciais mais uma fonte de motivação para derrotarem uma das equipas com mais soluções individuais na NBA.

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Bem jogado!

Maio 29, 2009

Parece-me muito bem esta ideia da FPB de promover as finais dos dois principais campeonatos masculinos, Liga Portuguesa de Basquetebol e Proliga.

Num barco ancorado no Rio Tejo, perto do Parque das Nações, tiveram a palavra os porta-vozes das 4 equipas – Benfica, Ovarense Dolce Vita, Illiabum e Sampaense Tecoimbra – que a partir do próximo fim-de-semana irão discutir os títulos dos seus campeonatos. Explicaram os seus pontos de vista, expectativas, ambições. Falaram, apareceram, representaram os seus clubes, representaram o basquetebol. Alguns meios de comunicação social aderiram, passou reportagem nos blocos noticiários da SportTv, promoveram um pouco a modalidade! E isso é algo que tantas e tantas vezes se tem acusado a FPB de não fazer.

Ok, é apenas um pequeno passo! Mas todos terão de concordar que é melhor do que nada! E se no futuro a tendência for para crescer, melhor ainda, e todos saem a ganhar!

E se nos é permitida a sugestão, porque não criar programa de apresentação do próximo campeonato, quando a época estiver para começar, num formato parecido ao da apresentação destas Finais, mas procurando ter maior difusão televisiva?


Querer é poder!

Maio 27, 2009

Grande história de um jovem de 2.10 que seguiu o seu sonho, e conseguiu um lugar numa equipa da NCAA. Kevin Laue, 19 anos, nasceu sem mão esquerda, e teve de amputar parte do braço. Isso impediu-o de jogar basquetebol, e conseguir alcançar os seus sonhos?

NÃO!

Para quem se costuma enrolar em desculpas para não concretizar o seu potencial, para quem tem dificuldade em entender a necessidade de superar as suas dificuldades, vejam o exemplo deste jovem!

Porque querer é poder, vale bem a pena ver este vídeo!


Vagas na base espanhola

Maio 26, 2009

Já é certo que Sergio Scariolo não poderá contar com o principal base da selecção espanhola nos últimos anos, e um dos grandes responsáveis pelos sucessos alcançados pela Armada Espanhola: José Calderon emitiu um comunicado no seu site a informar que devido à recuperação total da lesão que sofreu e para evitar que se torne em algo mais grave, o jogador terá de parar, não podendo assim competir no Europeu da Polónia. Desta forma, o base dos Raptors evita também entrar em conflito com os dirigentes da equipa canadiana que já tinham passado por uma situação semelhante em 2007 quando Garbajosa quis dar o contributo à sua selecção, mesmo estando lesionado.

Sem Calderon, quem serão os escolhidos de Sergio Scariolo para tentar conquistar o troféu que há dois anos os espanhóis deixaram escapar em Madrid?

Os 3 bases seleccionados por Aito G. Reneses para Pequim foram José Calderon (Toronto Raptors), Ricky Rubio (DKV Joventut) e Raul López (Real Madrid). Ora, com Calderon lesionado sobram os dois produtos da cantera do Joventut de Badalona: R. Rubio e R. Lopez.

O jovem prodígio do Joventut teve uma época nada fácil, fruto da lesão no pulso que o deixou de fora de campo no início da temporada, e da dificuldade que teve em apanhar o ‘comboio em andamento’, mas ainda conseguiu algumas impressionantes prestações. Fruto dessas prestações e do nome que foi construindo nestes últimos anos, Rubio chamou a si as atenções do Planeta NBA, tendo inclusive declarado que era candidato ao Draft de 2009. Ou seja, durante o Verão estará ocupado com os treinos com as diversas equipas que estarão interessadas e, caso decida mesmo competir numa equipa NBA, terá ainda os fundamentais treinos de pré-temporada na sua época de estreia. Terá Ricky o pensamento claro sobre o que fazer na próxima época e onde jogará? Estará Rubio com as atenções centradas na sua selecção ou na sua futura equipa?

Raul López foi o base menos utilizado em Pequim! E mesmo quando Calderón não pode dar o seu contributo dentro de campo, o então treinador da selecção optou por Juan C. Navarro a jogar na posição de base, enquanto descansava Ricky Rubio. E Raul López no banco… Esta temporada também tem sido de altos e baixos para o virtuoso base, que defende as cores do Real Madrid – sem conseguir números extraordinários, 6,7 pontos e 3,3 assistências por jogo, o Madrid está nas meias-finais da ACB. Mas pede-se mais aos homens de Joan Plaza, e se a ponta final de Raul López for de boa qualidade, o #24 de Madrid poderá ser candidato aos pré-seleccionados de Scariolo.

Fora dos Jogos Olímpicos ficaram dois jogadores que vinham sendo parte integrante da equipa nacional de Espanha nos anteriores torneios. E ambos poderão voltar a integrar a selecção espanhola no Europeu da Polónia, pois qualidade e experiência não lhes falta! Sergio Rodriguez (Portland Trail Blazers) e Carlos Cabezas (Unicaja Malaga) serão dois dos mais fortes candidatos a fazer parte da escolha final de Scariolo.

Sergio Rodriguez é um dos jogadores espanhóis mais espectaculares e talentosos, mas tem demorado em afirmar-se na NBA. Esta época, e contando com a colaboração do seu amigo Rudy Fernandez, o jovem base espanhol conseguiu, em alguns jogos, mostrar o seu valor e aquilo que sabe fazer dentro de campo. Mas parece que a equipa técnica dos Portland não se sente muito segura de apostar no base espanhol, que esta temporada teve a média de 4,5 pontos e 3,8 assistências em apenas 15 minutos por jogo! No entanto, Rodriguez é, definitivamente, um dos melhores bases espanhóis da actualidade, e um daqueles jogadores capazes de mudar um jogo fruto do seu ritmo e intensidade em campo. Scariolo certamente estará atento ao jogador que não participou nos Jogos de Pequim.

37658_6_42314_6Carlos Cabezas será, muito provavelmente, o base que Sergio Scariolo melhor conhece, de entre o leque de possíveis seleccionados para o Europeu da Polónia. Os 5 anos que Scariolo passou em Malaga, como treinador do Unicaja, foram anos de sucesso como comprovam as vitórias na Taça do Rei e na Liga ACB e a viagem à Final4 da Euroliga. Em todos estes feitos do Unicaja Malaga, Sergio Scariolo contou com o contributo e liderança de Carlos Cabezas, um verdadeiro líder em campo, um grande jogador de equipa capaz de tornar melhores todos os jogadores que têm a oportunidade de com ele jogar. E ao que parece, a qualidade de Carlos Cabezas será brevemente reconhecida pelas equipas do outro lado do Atlântico, pois existe uma forte possibilidade de que Cabezas se transfira para a NBA, como agente livre. Na caminhada para o Euro 2009, Cabezas poderá ter do seu lado a vantagem do seleccionador conhecer detalhadamente os seus pontos fortes.

Além destes quatro, há ainda jogadores como Sergio Lull (Real Madrid) ou Victor Sada (Regal Barcelona) que poderão fazer parte dos pré-seleccionados de Sergio Scariolo. E atenção que a temporada e o potencial de Sergio Lull poderão ser um importante trunfo para o jovem base espanhol.

PS – Calderon não estará presente, Pau Gasol ainda não decidiu se estará ou não. Conseguirá a Espanha repetir na Polónia os triunfos recentes se não contar com duas das suas principais figuras?


Trevo a apostar no futuro

Maio 24, 2009

Enquanto disputam a Final da Liga Grega frente aos arqui-rivais do Olympiakos (está 1-0 para os verdes que venceram na batalha campal de Atenas), os actuais campeões da Euroliga já começaram a garantir reforços para a próxima época desportiva: Nick Calathes (ex-Florida Gators) e Milenko Tepic (ex-Partizan Belgrado) parecem ter tudo acertado com o Panathinaikos para reforçarem os, recentemente consagrados, vencedores da Euroliga.

Nick Calathes é um base com grande capacidade de concretização, e foi a principal figura da Universidade da Florida após a saída do núcleo duro dos bi-campeões de Billy Donovan – Al Horford, Corey Brewer, Joakim Noah e Taurean Green. Calathes, possui dupla nacionalidade, sendo grego-americano. Aliás, Nick Calathes jogou pela selecção Sub20 da Grécia no último Campeonato da Europa da referida categoria, tendo a selecção grega terminado no 13º lugar. O seu percurso no basquetebol universitário antevia uma possível candidatura ao Draft da NBA, mas em vez disso, Nick Calathes decidiu prosseguir carreira no basquetebol europeu, nomeadamente em Atenas, ao serviço do Panathinaikos.

 

Milenko Tepic é uma das grandes esperanças do basquetebol sérvio, e esta época foi uma das grandes figuras na caminhada vitoriosa do seu Partizan de Belgrado quer na Liga Adriática, quer na Liga Sérvia. Na Euroliga foi um dos principais responsáveis pela viagem dos jovens do Partizan até aos quartos-de-final, onde foram eliminados pelos russos do CSKA de Moscovo em 3 jogos. Numa recente entrevista a Neven Spahija, treinador do Pamesa Valencia, sobre um eventual interesse no base-extremo sérvio, o credenciado treinador croata disse que não será possível contratar Tepic, pois o ‘PAO’ irá gastar €1M na contratação do jogador. Além disso, Milenko Tepic também já tinha dado a conhecer o seu interesse em alinhar pelos verdes e brancos da capital grega.


Rui Fonseca, o treinador campeão em sub-18

Maio 23, 2009

Rui Fonseca, timoneiro dos sub-18 vascaínos que se sagraram campeões nacionais no último fim de semana, marca  o regresso das entrevistas ao Seis25. Discurso simples e objectivo, aos 27 anos e com o curso de nível II já feito,  o treinador do Vasco aborda a formação e projecta o estado actual do seu clube do coração.

Seis25  –  Tens um percurso de vida peculiar, já foste tudo no Vasco da Gama – de jogador a líder de claque, passando por adepto e dirigente – … como é que decidiste ser treinador?

yuran2Rui Fonseca – É um facto, já fiz de tudo no Vasco, sendo que continuo a fazer mas agora também acumulando as funções de treinador. Com 15 anos (ainda era atleta na equipa de cadetes), comecei a colaborar no minibasquete a pedido do falecido Manuel Nunes. O entusiasmo foi crescendo e estive 7/8 anos no minibasquete, depois o clube propôs-me outro escalão, os cadetes,  onde estive 2 anos (sendo que nunca treinei iniciados). Finalmente tive a oportunidade de treinar os Juniores B (sub-18).

Seis25  –  Naturalmente, treinar Juniores B é muito diferente  de treinar minibasquete…

RF – Sim, claro. Com o minibasquete fazem-se uns treinos de basquetebol com muita brincadeira pelo meio, que é essencial naquelas idades. Nos Juniores B é preciso outro tipo de postura, é necessário outra mentalidade, uma forma diferente de interagir e falar com os atletas…

Seis25  –  Quais são as tuas referências como treinadores de Basquetebol?

RF – Muitas das coisas que aplico e sei, aprendi-as com o Fernando Sá. Fui jogador dele, fomos inclusivamente campeões nacionais em 1999/2000, no último título do Vasco anterior ao que acabámos de conquistar. Deu-me muitas opiniões. O que aprendi como atleta, aquilo que retive das épocas em que joguei, mesmo ao nível dos exercícios de treino, aplico agora como treinador.

Seis25  –  Para ti é mais importante o ataque ou a defesa? Passas a maior parte do treino a trabalhar que momento do jogo?

RF – Procuro trabalhar naturalmente ambos os aspectos. Mas sou mais apologista do trabalho de defesa. Acredito que a defender é que se ganham jogos. A nossa equipa é a prova disso, pois este ano tem uma média de pouco mais de 60  pontos sofridos por jogo. A boa defesa acaba por fazer parte também da cultura do Vasco da Gama. Em termos ofensivos é que já não somos tão eficazes, há dias em que os lançamentos não saem tão bem (um exemplo disso foi o 2ºjogo da final four contra o Algés).

Seis25  –  Como te procuras relacionar com os teus atletas? É difícil gerir o facto de seres treinador, mas também um amigo?

RF – Eu tento ser treinador e amigo dos meus atletas. Muitas vezes lhes digo que tenho de saber estar no papel deles e estar no meu ao mesmo tempo. Mas quero que eles também saibam fazer o contrário. Durante a hora de trabalho temos de trabalhar. Acabando os treinos ou mesmo antes dos treinos, brinco muito com eles, pois eu também já fui atleta e sei que isso é importante. Por exemplo, o Fernando Sá era para mim como um irmão, um braço direito, mas durante a hora de trabalho éramos diferentes, queríamos trabalhar para os objectivos. Tem de existir disciplina, nós sem ela não teríamos chegado ao título nacional.

Seis25  –  Sempre foi um objectivo ser campeão nacional de sub-18? No Vasco trabalha-se para ganhar títulos ou para formar jogadores?

RF – Não se trabalha para ganhar títulos, tanto é que eles aparecem de vez em quando, de 10 em 10 anos. O ano da minha equipa foi sendo projectado patamar por patamar. Primeiro tentámos vencer o distrital e conseguimos, depois chegámos à Fase Final Nacional com muitas dificuldades, e finalmente, uma vez lá, só podíamos jogar para ganhar . No ano passado, com os cadetes também fomos à fase final, sendo que não eram todos os que jogaram este ano pois 4/5 eram de outra geração. Para o próximo ano praticamente toda a equipa jogará novamente no mesmo escalão. Outro aspecto digno de registo é que este ano fomos a única equipa que tinha um cadete de primeiro ano (de 94) no plantel, e ainda por cima a jogar no cinco inicial.HPIM0378

Seis25  –  O Vasco este ano não teve seniores, mas teve boas prestações na formação – nomeadamente sub-20, sub-18. É difícil trabalhar na região do Porto?

RF – Em Sub-20 tivemos um ano com algumas dificuldades por causa do número de atletas mas acabámos por fazer uma boa época, indo à fase final distrital e conseguindo um 5ºlugar na zona norte do nacional. Em relação aos escalões mais baixos, cada vez temos mais dificuldades. Aliás os nossos miúdos já não são como os de antigamente, não são assim tantos da Sé ou da Ribeira, deixámos de ser tanto um clube de Bairro como as pessoas dizem. Temos alguns é certo, mas também temos de Rio Tinto, de Valongo, de Gaia…os pais precisam de trazê-los cá, é complicado…No minibasquete estamos com uma média de 26/27, precisávamos de mais, é pouco, enquanto nos iniciados temos uma equipa de 24/25…

Seis25  –  Em relação ao teu futuro como treinador tens objectivos de carreira?

RF – Não penso nisso. Para já estou no Vasco, dá-me muito prazer ganhar títulos no Vasco. À partida ficarei com o mesmo grupo, já se falou igualmente nos seniores, mas também não me importo de andar para trás e treinar uma equipa de iniciados pois é preciso pensar no futuro do clube e dos que estão nos escalões mais abaixo. A nova direcção tem tentado levantar o clube e levá-lo para bom porto, tem colaborado muito com os treinadores, tem ouvido os que estão cá há mais tempo como eu e isso agrada-me. Já disse aos meus atletas, “quem me dera daqui a 4/5 anos ver-vos a todos a jogar nos seniores do clube”, isso dar-me-ia prazer.

Seis25  –  Achas possível que algum dia os treinadores de basquetebol possam viver somente da sua actividade desportiva?

RF – Não penso que seja possível, até porque os clubes vivem cada vez pior financeiramente. Eu neste momento ganho um ordenado  como funcionário do clube – pois faço secretaria, trato de inscrições, etc.. – e ganho outro como treinador. Mas ando cá mais por gosto, pois o que o clube dá é mesmo o que o clube pode dar…[risos] Agora, não duvido é de outra coisa, há muitos clubes piores que o Vasco da Gama neste momento….

Seis25  –  Como analisas o estado do Basquetebol Português?

yuranRF – Este ano não acompanhei muitos jogos de Liga e Proliga. Estive mais ocupado a ver jogos de cadetes, jogos dos campeonatos nacionais de Juniores A e B de várias equipas, estive concentrado na formação. Acompanhei apenas um jogo do VtGuimarães…Acho que não faz sentido nenhum o modelo competitivo das jornadas cruzadas, que tem como consequência muitos jogos desequilibrados e um acréscimo nas despesas dos clubes com deslocações e arbitragens

Seis25  –  Uma mensagem para os jovens que querem seguir a carreira de treinador de basquetebol..

RF – Penso que é importante percorrer um caminho por etapas, ir aprendendo, apostar na formação (acho que foi muito importante por exemplo no meu caso fazer o Nível II, onde aprendi muito com treinadores como Carlos Gouveia, Carlos Pinto, Gradeço ou o Prof.Barata quer ao nível da minha postura com atletas quer ao nível técnico e táctico). É preciso aprender também a ser um treinador amigo.

Seis25  –  Este foi um ano especial para o Vasco, por causa da morte do Sr Nunes, este título é para ele?

RF – Naturalmente, este título é dedicado ao Sr Nunes. Fomos homenageá-lo  inclusivamente ao cemitério.

——————————–LANCE LIVRE———————————-

LeBron James ou Kobe Bryant?  Kobe Bryant

Francesinha ou Tripas? Francesinha

Fino ou Imperial? Fino

Ribeira ou Foz? Ribeira

NBA ou ACB? ACB

Jorge Araújo ou Luis Magalhães? Jorge Araújo


3º Campo Júlio Morais

Maio 22, 2009

3ºCampo Basquetebol Júlio Morais CNN 09 (F)

3ºCampo Basquetebol Júlio Morais CNN 09 (V)