À conversa com Jonah Callenbach

Jonah Callenbach 03

Durante o Europeu de Sub16 Masculinos tive a oportunidade de falar com Jonah Callenbach, o miúdo luso-holandês que jogava no Estoril Basket e que o ano passado se mudou para Espanha para jogar no Fuenlabrada, e seguir em busca do sonho de jogar na ACB.

Na minha opinião era um dos melhores jogadores da nossa selecção de Sub16, e de todos os atletas com quem falei, Jonah foi sem dúvida um dos que mais maturidade e inteligência demonstrou – talvez por isso acredite que este poderá ser um caso de sucesso no basquetebol português. Por ter alguma curiosidade face ao que o jovem jogador encontrou em Espanha, e por pensar que o testemunho deste jovem poderá ajudar treinadores e jogadores a trabalhar melhor, resolvi falar com ele, e dar a conhecer como tem sido a experiência de Jonah Callenbach em Espanha.

A entrevista foi publicada no Planeta Basket, e quem não teve oportunidade de ler, ficam aqui os links de uma entrevista de duas partes que vale a pena ler.

One Response to À conversa com Jonah Callenbach

  1. pata negra diz:

    “por pensar que o testemunho deste jovem poderá ajudar treinadores e jogadores a trabalhar melhor”

    O problema é que os jogadores portugueses, os seus treinadores, pais, amigos, etc. Pensam que o Basquetebol Português está óptimo, e que se não fosse um conjunto de seleccionadores incompetentes, estávamos no topo da Europa, tal é a qualidade dos nossos campeonatos e do nosso basquetebol.
    Durante os dias em que dei uns saltinhos a S.J. da Madeira, Oliveira de Azemeís e à Feira deparei-me com comentários fantásticos, enaltecendo a profunda qualidade técnica dos jogadores portugueses, em oposição com a falta da mesma e o “jogo feio” de outras selecções.
    Enquanto não nos apercebermos das nossas PROFUNDAS LIMITAÇÕES, não melhoraremos os resultados internacionais, e para os melhorarmos penso que devemos TRABALHAR todos, e não esperar só o trabalho da Federação.
    Mas como é mais fácil culpar os outros e não olhar para nós, vamos continuar a achar que temos campeonatos maravilhosos, basquetebolistas de fino recorte técnico, que depois não têm bons resultados por causa dos maus treinadores.
    Prometo fazer uma reflexão mais profunda sobre este tema na “rentree”, lá para Setembro

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